Conheça o jardim mais florido do mundo7

Se alguém perguntasse para você onde fica o jardim mais florido do mundo, você provavelmente pensaria em alguma região tropical ou em países europeus com alto investimento em jardinagem. Mas… e se a gente contasse que esse paraíso das flores fica localizado em pleno deserto?

Essa beleza conhecida como  Al Ain Paradise fica em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Projetado pela empresa Akar Landscaping, o local abriu suas portas em 2010 e foi considerado como o jardim mais florido do mundo pelo Guinness Book, em 2011.

Com uma área de cerca de 20 km², Al Ain Paradise reúne diversas espécies de flores, além de contar com mais de 2.900 vasos suspensos. Devido à grande procura turística, foi preciso até mesmo fechar suas portas durante alguns meses, devido aos danos causados pelos visitantes. Mesmo assim, a região continua sendo de uma beleza incrível, como você acompanha nas fotos abaixo:

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Todas as fotos: Facebook  Al Ain Paradise.

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Esta senhora de 70 anos anda pelas ruas de Berlim arrancando e cobrindo mensagens nazistas e racistas

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Para resistir aos horrores do mundo, não há gesto que seja pequeno demais, nem idade por demais avançada – e a alemã Irmela Schramm é a prova disso. Ela se auto denomina uma “faxineira política”, um título justo e objetivo, pois é isso que ela faz: Irmela caminha pela cidade de Berlim procurando por mensagens nazistas pichadas, escritas ou coladas em espaço públicos, para então arranca-las ou cobri-las com um spray.

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A faxineira política de Berlim sabe que não pode sperar que os outros façam por ela o que sabe que ela mesma pode e deve fazer. “Eu sou realmente preocupada com as propagandas de ódio, e quis me posicionar”, ela diz.

No início ela usava somente suas chaves para apagar as mensagens mas, três décadas ininterruptas de luta depois, ela hoje possui um verdadeiro arsenal contra o nazismo: removedor de tinta, um raspador e uma lata de spray, que ela carrega em uma bolsa que diz “Contra nazistas”.

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Nascida no fim da Segunda Guerra Mundial, Irmela tornou-se uma ativista na década de 1960, já tendo participado de diversos movimentos antinazistas. Foi removendo propagandas de ódio, no entanto, que ela encontrou o meio que sabia que melhor poderia ajudar.

Desde então, gastando 17 horas por semana em seu trabalho de resistência solitário porém firme, os pequenos gestos foram se acumulando e, diante de seus números, é inegável a enorme diferença que já fez: 130 mil adesivos e pôsteres nazistas já foram removidos por Irmela.

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As ameaças são constantes, e Irmela não recebe dinheiro algum por seu trabalho, pelo contrário: 10% de seu salário como professora vai para sua resistência contra o nazismo. Um dia ela encontrou seu próprio nome em um grafite, que dizia: Schramm, nós vamos te pegar.

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Irmela já recebeu uma medalha de honra ao mérito do governo alemão por seu trabalho, mas em 2000 ela devolveu a medalha depois que um ex-nazista também foi condecorado. É um trabalho duro e sem glamour mas, para ela, fazer diferença contra o horror é a maior recompensa.

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© fotos: Divulgação

Este argentino está viajando de bicicleta pelo mundo há 10 anos

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O argentino Nicolás Marino percorreu 87 mil km em cima de sua magrela, passando por 80 países. Ele tem 38 anos, e está na estrada desde os 28, conhecendo pessoas de diferentes culturas em sua própria companhia.

Arquiteto e fotógrafo, Marino se descreve como “um explorador incansável do mundo, e aventureiro por natureza“. Inspire-se aqui nas suas andanças!

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Todas as fotos © Nicolás Marino

Fotógrafa retrata as dificuldades de ser uma mulher negra em série de imagens misteriosa

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A fotógrafa Nydia Blas criou uma série de fotos intitulada “The Girls Who Spun Gold” para documentar de forma criativa seu relacionamento com um grupo de jovens garotas que começou a ser mentora em 2013. Momentos privados como a primeira vez em que uma pessoa começa a explorar sua anatomia ou a intimidade com amigos mais próximos estão representados nas imagens de maneira crua e estranhamente delicada.

As mulheres apresentadas nos retratos encenados, todas negras, foram retratadas em poses estranhas que causam, inevitavelmente, um sentimento de desconforto nos espectadores.

Todas as fotos compartilham uma verdadeira compreensão do que é crescer como uma jovem, negra, sem muito dinheiro em uma parte ainda segregada da América, e quão importante os laços da amizade feminina podem se tornar.

Confira o trabalho de Nydia:

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* Todas as fotos: Reprodução