‘O escudo do orgulho’: Criaram uma bandeira LGBTQ à prova de balas

17 de maio é o Dia Internacional Contra a Homofobia e Transfobia, em memória de quando, em 1990, a Organização Mundial da Saúde excluiu o então chamado “homossexualismo” da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde.

Para celebrar, a agência Rethink Canada criou o “Escudo do Orgulho” (“The Pride Shield”, no original em inglês), uma bandeira do arco-íris, símbolo da luta LGBTQ, à prova de balas. Feito a partir de 193 bandeiras, uma para cada país membro da ONU, o escudo pretende simbolizar “o poder das ações coletivas para enfrentar a violência homofóbica ou transfóbica”.

A Rethink criou um vídeo para divulgar a ação (veja abaixo), em que reproduz noticiários de diversos países sobre a violência contra pessoas LGBTQ, e promete levar o Escudo do Orgulho para diversos espaços públicos, a fim de levantar discussões sobre a importância de criar ações para garantir a segurança de pessoas que ainda correm risco de morrer por causa de sua sexualidade.

Fotos: Reprodução/Rethink Canada/fonte:via

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Quênia considera criar pena de morte para caçadores

Em março deste ano, o último rinoceronte-branco macho da terra foi morto no Quênia. Com isso, a única esperança para a espécie passou a ser uma inseminação artificial (ainda restam duas fêmeas vivas).

Desde o ocorrido, o país tem buscado tornar suas leis de proteção aos animais mais severas. A última novidade é o anúncio de que o país considera aplicar pena de morte para os caçadores. Uma lei de 2013 já previa punição de pena perpétua ou o pagamento de uma fiança no valor de US$ 20.000 aos infratores.

A medida drástica foi anunciada pelo ministro de Turismo e Vida Selvagem do Quênia Najib Balala ao portal de notícias Xinhuanet. Desde 1987, o país não aplica mais a pena de morte. Embora alguns grupos de ambientalistas do mundo inteiro se demonstrem a favor da iniciativa, ela pode ser considerada como uma forma de retrocesso ao abrir precedentes para que penas bárbaras voltem a ser aplicadas.

Segundo a ONU News, o Quênia havia ratificado em 1972 o Pacto sobre Direitos Civis e Políticos que, entre outras coisas, afirma que qualquer pessoa sentenciada à morte deve ter o direito de buscar o perdão ou reconsideração da sentença. Seguindo a mesma decisão, o país havia retirado 2,7 mil detentos do corredor da morte em 2016.

Foto: Ol Pejeta/Reprodução Twitter /fonte:via