Velhinho constrĂłi um trenzinho para levar cĂŁes abandonados em aventuras

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Essa serĂĄ com certeza a histĂłria mais fofa que vocĂȘ vai ler hoje.Eugene Bostick, um velhinho aposentado de 80 anos de idade que mora em Fort Worth, no estado americano do Texas, passa seus dias operando o que sĂł poderia ser o trenzinho mais legal do mundo.

O veĂ­culo Ă© destinado para um passeio com cĂŁes resgatados ao redor do bairro e nas matas circundantes.O velhinho Eugene e seu irmĂŁo Corky vivem em uma rua sem saĂ­da, onde pessoas sem consciĂȘncia e sem coração costumam levar seus cĂŁes para abandonĂĄ-los.

Pensando no bem dos animais, Eugene e seu irmão começaram a adotá-los e levá-los para passeios em seu trator. “Nós começamos a alimentá-los, deixá-los entrar em casa, levá-los ao veterinário para esterilizá-los e castrá-los”, conta.

Quando o espaço do trator ficou pequeno para tantos cĂŁes, o idoso teve a ideia de criar um trenzinho. “Sou um bom soldador, por isso, peguei esses barris de plĂĄstico, fiz buracos neles, coloquei-os sobre rodas e os amarrei juntos. Sempre que os cĂŁes me ouvem ligando o trator, cara, ficam muito animados”, afirma Eugene.Posso imaginar. Afinal, atĂ© eu estou com vontade de dar uma volta pelo bairro nesse trenzinho. Viva o Seu Eugene! [via]

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Curitiba pode vir a dar dia de folga para trabalhadores em caso de morte de animal de estimação

Quem jĂĄ perdeu um animal de estimação sabe como o processo pode ser doloroso. Mesmo assim, ainda Ă© preciso levantar a cabeça e ir trabalhar como se nada tivesse acontecido. Afinal, atĂ© o momento a lei nĂŁo prevĂȘ folga nestes casos. Mas os sortudos moradores de Curitiba podem ser os primeiros a usufruir do benefĂ­cio.

Tudo por causa de um projeto de lei que oferece um dia de folga no trabalho aos servidores municipais que perderem um animal de estimação. De autoria do vereador Professor Galdino (PSDB), o projeto foi apresentado na Cùmara Municipal de Curitiba e ainda precisa ser aprovado.

“Vamos sair de vez do antropocentrismo, com o homem no centro do Universo, e entrar no biocentrismo, em que todas as formas de vida são importantes“, justifica Galdino. Para evitar que todo mundo saia inventando um bichinho por aí, o projeto só valerá para os donos de animais microchipados e que possuam cadastro na Rede de Proteção Animal.

Foto © Carlos Aliperti

SĂ©rie de fotos mostra a beleza da mistura de etnias dentro de famĂ­lias

 

No Brasil, paĂ­s conhecido pela mistura de etnias, nĂŁo se encontra alguĂ©m que possa responder a pergunta “qual Ă© a sua ascendĂȘncia?” sem trazer trĂȘs ou mais paĂ­ses de origem de suas famĂ­lias. Afinal, a globalização nĂŁo trouxe apenas mudanças no setor econĂŽmico, mas na cultura, nas etnias e nas pessoas. A fotĂłgrafa Cyjo, nascida na Coreia do Sul e criada nos Estados Unidos, retratou algumas famĂ­lias que trazem consigo essa rica e belĂ­ssima mistura.

O projeto, intitulado “Mixed Blood” (“sangue misturado”, em portuguĂȘs), buscou famĂ­lias que apresentam ascendĂȘncias bastante diferentes e que jĂĄ nĂŁo podem se dizer cidadĂŁos de um sĂł paĂ­s, mas do mundo. Percebe-se nos cliques que a etnia e a herança genĂ©tica nĂŁo diz mais sobre somente um indivĂ­duo, mas sobre a famĂ­lia. As fotos foram tiradas em Nova York e em Pequim, na China, entre os anos 2010 e 2013. AlĂ©m dos pais e seus filhos, as imagens trazem tambĂ©m um pedacinho do mundo de cada uma dessas famĂ­lias e pode-se ver como essa mescla de culturas funciona tambĂ©m no ambiente em que vivem.

O censo realizado nos Estados Unidos no ano 2000 foi o primeiro a permitir que as pessoas marcassem mais de uma opção quando perguntada a etnia. Não tão surpreendentemente, quase 7 milhÔes de pessoas (dos mais de 300 milhÔes de habitantes) optaram por marcar mais de uma, reconhecendo-se multiracial.

Veja as imagens que a fotĂłgrafa fez dessas famĂ­lias:

FamĂ­lia Doyle

  • Cidadania: Norte-americana
  • AscendĂȘncia: Africana, indĂ­gena, crioula, cubana, francesa e irlandesa
  • LĂ­nguas: InlgĂȘs, Espanhol e FrancĂȘs
  • Cidade atual: Nova York

SĂ©rie de fotos retrata a mistura racial

FamĂ­lia Chandola

  • Cidadania: Indiana e coreana
  • AscendĂȘncia: Indiana e coreana
  • LĂ­nguas: InglĂȘs, Coreano, Mandarin, Hindi
  • Cidade atual: Pequim

SĂ©rie de fotos retrata a mistura racial

FamĂ­lia Snodgrass

  • Cidadania: Americana, chinesa
  • AscendĂȘncia: AlemĂŁ, chinesa, irlandesa
  • LĂ­nguas: InglĂȘs, Mandarim
  • Cidade atual: Pequim

SĂ©rie de fotos retrata a mistura racial

FamĂ­lia Valter

  • Cidadania: Norte-americana, alemĂŁ
  • AscendĂȘncia: Afro-americana, indĂ­gena, bahama, francesa, alemĂŁ
  • LĂ­nguas: InglĂȘs, AlemĂŁo, FrancĂȘs e Espanhol
  • Cidade atual: Nova York

SĂ©rie de fotos retrata a mistura racial

FamĂ­lia Kishimoto

  • Cidadania: Chinesa, japonesa
  • AscendĂȘncia: Chinesa Han, japonesa, chinesa xibo
  • LĂ­nguas: Mandarim, JaponĂȘs
  • Cidade atual: Pequim

SĂ©rie de fotos retrata a mistura racial

FamĂ­lia Casarosa

  • Cidadania: Norte-americana, italiana e coreana
  • AscendĂȘncia: Italiana, Coreana
  • LĂ­nguas: InglĂȘs, Italiano, Coreano
  • Cidade atual: Nova York

SĂ©rie de fotos retrata a mistura racial

Família Huang Rierson 

  • Cidadania: Americana e belga
  • AscendĂȘncia: chinesa e toda a Europa ocidental exceto a França
  • LĂ­nguas: Mandarim, FrancĂȘs, InglĂȘs
  • Cidade atual: Pequim

SĂ©rie de fotos retrata a mistura racial

FamĂ­lia James

  • Cidadania: Norte-americana
  • AscendĂȘncia: indĂ­gena, chinesa, holandesa, inglesa, filipina, alemĂŁ, irlandesa, japonesa e prussa
  • LĂ­nguas: InglĂȘs, FrancĂȘs, InglĂȘs Pidgin (mistura entre inglĂȘs, havaiano, chinĂȘs, japonĂȘs e filipino)
  • Cidade atual: Nova York

SĂ©rie de fotos retrata a mistura racial

Todas as fotos © Cyjo

Cingapura ganha cara nova com murais de artistas paulistanos

 

O mĂȘs de setembro trouxe nĂŁo sĂł a Primavera, mas novos ares para o Conjunto Habitacional Cingapura Água Branca, zona oeste de SĂŁo Paulo. AtravĂ©s do projeto Revivarte, artistas paulistanos criaram murais incrĂ­veis em oito empenasd os edifĂ­cios, que estĂŁo agora com muito mais vida e valor artĂ­stico.

Com apoio da iniciativa ‘Tudo de cor para vocĂȘ”, da Tintas Coral, a ação contou com os artistas Bruno Paes, Bruno PerĂȘ, Italo e Suzue – selecionados pelos moradores por meio do 2Âș Edital Revivarte de Arte Mural –, alĂ©m dos artistas residentes Mundano, Fel, RMI e Subtu, que Ă© o idealizador do Revivarte. “Nossa ideia Ă© criar, por meio das pinturas, galerias de arte a cĂ©u aberto para esses lugares, melhorando a autoestima dos moradores“, comentou.

Além das pinturas dos prédios, houve ainda um mutirão de pintura da quadra poliesportiva de cada comunidade com o envolvimento dos moradores de cada região. O projeto realizou também oficinas de arte e cines-debate com os moradores do Água Branca e do Conjunto Habitacional Parque do Gato, localizado no Bom Retiro, que recebeu as duas primeiras ediçÔes do programa.

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A Coral tem dado apoio a iniciativas artísticas dentro de comunidades paulistanas, além de patrocinar o mural de alguns artistas, fornecendo tinta. Jå o Revivarte foi criado em 2013 e é contemplado pelo Programa para Valorização de Iniciativas Culturais (VAI) de São Paulo. Desde então, os Cingapuras envolvidos jå tiveram 34 prédios pintados com artes de grandes dimensÔes.

Os quatro artistas integrantes do projeto sempre estiveram ligados às causas sociais e abordam isso constantemente em seus trabalhos, tendo realizado intervençÔes significativas em São Paulo e arredores, além das atividades educacionais com crianças e adolescentes de comunidades.

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Fotos © Lucas Kappaz

Suzue

Italo e Bruno Pere

Fotos © Juan David

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Empena Fel foto por Cristiano Rolember

Mundao Subtu RMI e Fel por Cristiano Rolemberg

Fotos © Cristiano Rolemberg

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Fotos: divulgação

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Foto © Peter Hertel

A guaxinim que foi salva por uma famĂ­lia com 2 cachorros e agora se comporta como um deles

No ano passado, Rosie Kamp, habitante de Nassau, Bahamas, encontrou uma guaxinim bebĂȘ em seu quintal. Ela havia caĂ­do de uma ĂĄrvore e quebrado uma de suas patas traseiras. Como a mĂŁe do filhote nĂŁo retornou, Rosie levou o animal para dentro de casa e cuidou de seus ferimentos.
Laura Young, filha de Rosie, ficou apaixonada pela guaxinim e a levou para morar com ela, seu marido e seus dois cachorros. Eles a nomearam de Pumpkin (“abĂłbora”, em portuguĂȘs) e, em poucos dias de recuperação, a nova integrante da famĂ­lia estava forte e cheia de energia: “Instantaneamente ela se ligou a nĂłs como nossos cachorros e nos segue para todos os lugares que vamos. Ela Ă© capaz de brincar e ser durona com eles, mas depois os respeita quando jĂĄ chega”, contou Laura.
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Pumpkin gosta de ar condicionado, tomar sol, brincar na banheira, na piscina e tem um ótimo apetite. Melancia e ovos não podem faltar em seu cardåpio. Para um animal selvagem como o guaxinim, o ideal seria que Pumpkin vivesse na natureza. Seus donos, porém, estão fazendo de tudo para que ela tenha a qualidade de vida que merece.
Laura explica: “eles sĂŁo animais selvagens, por isso sĂŁo muito temperamentais. Ao contrĂĄrio dos cĂŁes e gatos, eles nĂŁo sĂŁo domesticados. Como uma criança mimada, se ela nĂŁo conseguir o que quer, vocĂȘ vai ficar sabendo“.
Pumpkin virou celebridade no Instagram. Sua conta possui mais de 50 mil seguidores deslumbrados com seu carisma. Då uma olhada:
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Todas as imagens via @pumpkintheraccoon