“Coisa de Menina”: brasileira cria livro ilustrado pra mostrar que meninas podem ser o que elas quiserem

Quando foi que, em algum momento da história, resolvemos que meninos vestem azul e brincam de carrinho, enquanto meninas vestem rosa e brincam de boneca? Quem, injustamente, definiu esta diferença de gênero das cores e brinquedos? E, pior ainda, quando foi que deixamos que isso chegasse até à escolha de uma profissão?

Quando a criança brinca com algo que socialmente é identificado com o outro gênero, a inversão de papéis ocorre somente na cabeça dos adultos. Segundo psiquiatras, esse tipo de atividade faz parte do desenvolvimento infantil, não determinando nenhum tipo de comportamento ou orientação sexual.

Foi pensando em uma maneira de mostrar para as crianças que elas podem brincar com o brinquedo que tiverem vontade, vestirem a cor que quiserem, e exercerem a profissão que bem entenderem, que a ilustradora Pri Ferrari desenvolveu o livro infantil Coisa de Menina. Voltado para crianças de 3 a 6 anos, ele informa sobre o feminismo e a igualdade de gênero através de divertidas ilustrações, feitas pela própria Pri.

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Eu queria pegar a idade que a criança começa a olhar o feminino como pejorativo, quando a ideia de ‘correr como menina’ se torna algo negativo, explicou a ilustradora.

Coisa de Menina aborda as perspectivas de vida utilizando uma linguagem simples, ilustrando diversas atividades que foram e podem ser escolhas para o futuro de qualquer garota.

Segundo Pri, a ideia do projeto surgiu por sempre se incomodar com frases como “isso é coisa de menina” e “isso é coisa de menino”. Expor meninas apenas ao mundo cor de rosa acaba limitando o seu potencial. Faz mais ou menos um ano que eu venho desenvolvendo esse projeto. Conversei com muitas crianças, pedagogas e pais para entender qual seria a melhor linguagem e traço para atingir o objetivo de inspirar meninas a entrarem em contato com mundos diferentes.”.

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O principal objetivo da ilustradora com tudo isso é fazer com que o livro se torne uma ferramenta de diálogo entre pais, mães, tios, avós e crianças, inspirando meninas a entrarem em contato com seu potencial, além de mostrar para os meninos que elas têm capacidade e poder de fazer qualquer coisa.

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O livro já está 100% criado, porém, devido aos altos custos, ainda não foi publicado. Por isso, Pri lançou uma campanha de financiamento coletivo para tornar a impressão viável. Se você quiser ajudar, é só entrar aqui e, de quebra, ainda garante seu exemplar autografado pela autora!

Assista ao vídeo da campanha:

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Porque girl power se aprende desde cedo!

Todas as imagens © Pri Ferrari
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Na Suíça, lei determina que animais devem ser adotados em pares

Quem tem um bichinho em casa já deve ter percebido que algumas vezes eles se parecem muito com os humanos, inclusive quando se trata de solidão. É normal um animal ficar meio deprê quando não interage com outros da mesma espécie – afinal, quem não fica? Agora, a Suíça está tentando mudar esse quadro ao determinar que alguns animais sejam adotados em pares.

A lei vale principalmente para os porquinhos-da-índia, considerados animais altamente sociais. Segundo as autoridades do país, eles precisariam da companhia de outros animais da mesma espécie para se sentir bem. Desde 2008, o país já tem uma lei semelhante aplicada aos gatos, que dita que eles deverão ter acesso ao exterior da casa, poder ver outros gatos pela janela OU ter a companhia de outro gato dentro da mesma casa.

Essa é uma maneira de respeitar os direitos sociais destes animais, que também precisam interagir com outros de suas espécies, assim como nós. Para quem vai adotar um cachorro, a regra ainda não está valendo, talvez por eles conviverem muito bem com os humanos, mas é preciso realizar um curso com aulas práticas e teóricas antes de levar o bichano para casa.

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A cachorra que trabalha como assistente de dentista para acalmar pacientes

Muitas crianças têm medo de dentista e algumas clínicas precisam até mesmo oferecer calmantes para que os pequenos se mantenham tranquilos durante uma consulta.

Dá para entender: ninguém gosta muito de ter gente mexendo na sua boca, né? Porém, uma clínica infantil parece ter encontrado uma medida eficaz e divertida de tranquilizar seus pacientes-mirim: colocando um cachorro no consultório.

A iniciativa foi da clínica Pediatric Dentistry of Northbrook, nos Estados Unidos, que contratou a cadela Jojo, especialmente treinada para oferecer conforto e tranquilidade aos seus pequenos pacientes. Segundo a equipe contou ao site The Dodo, assim que Jojo chega no consultório, as crianças já ficam mais tranquilas, o que torna a consulta muito mais agradável para elas e para o dentista responsável.

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Vovó de 87 anos se apaixona por fotografia e lança série de autorretratos divertidos

Uma espécie de Vera Holtz oriental, Kimiko Nishimoto tem 87 e está causando nas redes com uma série de fotos engraçadas. Essa senhorinha aprendeu já na melhor idade como usar a câmera e resolveu testar sua nova mais paixão de forma bem humorada.
Além de fazer o curso de fotografia, ela aprendeu a editar as fotografias com programas gráficos – o que sem dúvida despertou ainda mais a sua criatividade. A japonesa já é avó e, mais precisamente, descobriu a fotografia aos 71, há 16 anos.
E está aqui para provar que nunca é tarde para aprender algo novo – nem perder o bom humor!
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Todas as fotos © Kimiko Nishimoto

Fotógrafa registra casais que estão juntos há mais de 50 anos


Todo mundo que já viveu um relacionamento longo, sabe da dificuldade que é viver lado a lado com um pessoa durante muito tempo. Talvez por isso, histórias de casais que estão juntos há muitas décadas sempre são inspiradoras. Pensando nisso, a fotógrafa  Lauren Fleishman criou o projeto (que até virou um livro) chamado “Love Ever After“, no qual ela faz retratos de casais que estão juntos há pelo menos 50 anos.

Ao lado de cada foto, ela coloca também um depoimento de um dos integrantes sobre o amor dos pombinhos:

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“Na verdade, você não pensa no fato que estamos evelhecendo. Primeiro porque envelhecemos junto com o outro, e quando você vê muito uma pessoa, você não percebe esse tipo de mudança. Por exemplo, você não percebe que está com uma ruguinha aqui, e que no outro dia está um pouco maior. Não, esse tipo de coisa simplesmente acontece. Você não presta atenção nesse tipo de coisa. Não percebe isso. Quero dizer, você não fica pensando todo dia, “oh, meu marido tem 83 anos, vai fazer 84, oh meu deus,  estou casada com um homem velho.” E espero que ele pense dessa mesma forma do que eu. (Angie Terranova, Nova York)”

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“A gente se conheceu num baile. Era janeiro de 1938. Meu amigo me convidou para a festa e disse que teria um monte de jovens bonitas. Um outro soldado de botas de cano alto se aproximou dela, mas como ela não gostava de botas desse tipo, ela disse não para ele. Eu fui o segundo a me aproximar dela, com uma roupa diferente, mas até hoje ainda não sei se foi a minha vestimenta ou o meu rosto que fez com que ela se sentisse atraída por mim.” (Yevgeniy Kissin, Brooklyn)

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“Agora eu vou fazer 88 anos. Minha esposa tem 85 anos, e eu só espero viver mais uns 5 ou 6 anos de vida. Isso é tudo o que queremos. A gente não quer viver muito mais. Na verdade, eu sempre disse para minha mulher que eu queria chegar nos 94. É a meta da minha existência. Eu adoraria ver meu neto trabalhando e minha neta se casando. A gente quer que eles sejam tão felizes quanto nós fomos. (Moses Rubenstein,  Brooklyn)

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“Pouco a pouco a gente vai envelhecendo, mas nada muda em nossos corações. O amor se fortalece. É assim que eu sinto. E acho que ele sente o mesmo. Sim, ele foi meu primeio amor. Meu primeiro e último amor.” (Leila Ramos, Brooklyn.)

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“A gente se conheceu antes da guerra, mas nunca havíamos nos falado. Ele estava com outras mulheres, porque ele era muito, muito mais velho do que eu. E ele era muito bonito! Era mais alto e era dono de um lugar onde fazia ternos. Quando voltamos da guerra ele foi à casa da minha irmã, e eu estava passando um tempo com ela. Em agosto, faremos 63 anos de casados. Posso dizer que o amor veio pouco a pouco, não de uma vez só. Éramos jovens e ele era muito mais velho do que eu, mas eu gostava dele. Ele falava comigo de um jeito muito agradável.” (Golda Pollac,  Brooklyn)

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“Qual o segredo do amor? Um segredo é um segredo, e eu não revelo meus segredos!” (Ykov Shapirshteyn, Brighton Beach, Brooklyn.)

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“Eu estava com problemas na escola porque tinha que fazer um trabalho sobre música e eu nunca tinha escrito nada sobre música. Minha mãe então sugeriu que eu fosse falar com David, porque ele sabia muito de música. Então fui lá com a esperança de que ele aceitasse escrever para mim! Mas ele disse não, eu te ajudo, mas você tem que escrever o trabalho. Ele sempre foi muito exigente. Depois que escrevemos o texto juntos, ele me convidou para ir à uma festa de um de seus amigos do exército. Sabe, eu nunca tinha olhado para ele com segundas intenções. E ele olhou para mim da forma que um homem que acabou de sair do exército olharia para qualquer mulher sexy” (Gloria Holtzman,  Brooklyn)

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“Eu era o tipo de garota que se apaixonava rápido. No dia seguinte, eu sempre saia correndo para contar para minha amiga que eu estava apaixonada. Mas depois do primeiro encontro com Sol, eu não me senti assim. Acho que isso só serviu para provar que a gente não deve julgar pela primeira impressão. Pode parecer que não vai dar certo, mas conforme você vai conhecendo a pessoa, o amor chega.” (Gloria Holtzman, Brooklyn.)

Escavação inédita do campo de extermínio de Treblinka revela horrores nazistas

Escavações arqueológicas inéditas do campo de extermínio nazista de Treblinka revelaram valas comuns, bem como a primeira evidência física de que este local possuiu câmaras de gás, onde milhares de judeus morreram.

A pesquisa mostra que os nazistas não eram tão bons em encobrir seus crimes quanto pensavam. Apesar de terem destruído o campo em 1943, paredes de tijolo e fundações das câmaras de gás permanecem, assim como grandes quantidades de osso humano.

Treblinka

De todas as atrocidades do Terceiro Reich de Hitler, Treblinka é uma das mais incompreensíveis. Historiadores estimam que cerca de 900.000 judeus foram assassinados neste campo de concentração e extermínio na Polônia, em apenas 16 meses.

Os nazistas começaram a deportar os judeus, a maioria dos guetos de Varsóvia e Radom, para Treblinka em julho de 1942. Havia dois campos. Treblinka I era um campo de trabalho forçado, onde os prisioneiros fabricavam cascalho para o esforço de guerra nazista. A 2 quilômetros de distância ficava Treblinka II, um campo de extermínio terrivelmente eficiente.

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Judeus eram enviados a Treblinka II em trens, enganados de que estavam apenas fazendo um trânsito antes de serem enviados para uma nova vida na Europa Oriental. A decepção era elaborada: havia uma estação falsa no lugar remoto, incluindo um balcão de compra de bilhetes e relógio.

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“Havia também uma orquestra perto da recepção do campo, executada por um compositor famoso na época, Artur Gold”, disse a líder do projeto de escavação, Caroline Sturdy Colls, arqueóloga forense que normalmente trabalha com a polícia para encontrar vítimas de assassinato recentes.

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Gold, um violinista judeu de Varsóvia, foi mantido vivo em Treblinka tanto para entreter os guardas nazistas quanto para executar a orquestra. Ele morreu no campo em 1943.

Morte horrenda

Os judeus deportados eram divididos em dois grupos, um de homens e outro de mulheres e crianças, e tinham que despir-se. Depois de entregar seus objetos de valor e documentos, as vítimas eram enviadas para as câmaras de gás. Dentro de 20 minutos, cerca de 5.000 pessoas eram mortas por envenenamento por monóxido de carbono.

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Os cadáveres foram inicialmente enterrados em valas comuns, no entanto, mais tarde, em 1942 e 1943, trabalhadores escravos judeus foram forçados a reabrir as sepulturas e cremar os corpos em enormes fogueiras.

Infelizmente, como os nazistas destruíram os campos de extermínio de Treblinka em 1943, pouca evidência física deste genocídio permaneceu. O que se sabia sobre o lugar vinha de confissões e descrições de testemunhas oculares de poucos sobreviventes, sendo que a maioria nunca passou perto das câmaras de gás.

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Mas, como arqueóloga, Colls sabia que “a paisagem nunca poderia ser higienizada dessa forma”. Ou seja, as provas dos absurdos cometidos ali ainda deveriam estar presentes.

Valas comuns

Colls começou a avaliar Treblinka como um sítio arqueológico em 2007, usando métodos não invasivos, como levantamentos geofísico e inspeção visual.

Em seguida, realizou um levantamento LIDAR. Ao digitalizar o chão, os arqueólogos podem detectar depressões e montes que indicam estruturas feitas pelo homem. “Isso revelou a presença de valas comuns anteriormente desconhecidas”, disse Colls.

As suspeitas de sepulturas em massa estavam em Treblinka I. A história do campo de trabalho é menos conhecida do que a história do campo de extermínio, agora marcada por um memorial. Mas o campo de trabalho não foi menos brutal. A maior das valas comuns tinha 19,2 por 17,6 metros.

Quando a equipe começou a escavar para confirmar os resultados do LIDAR, descobriram sapatos, munições e ossos – incluindo ossos com marcas de corte, sugerindo que as vítimas foram esfaqueadas ou agredidas.

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Depois de cavar três valas de teste pequenas para confirmar cada vala comum, Colls e sua equipe enterraram novamente os restos mortais. A lei rabínica judaica proíbe a interrupção de um túmulo, por isso, o objetivo nunca foi desenterrar os corpos. Mas colocar os ossos de volta no túmulo foi emocionalmente difícil para os pesquisadores.

“Para mim, parece que o Holocausto aconteceu ontem”, afirmou Colls.

Câmara de gás

A câmara de gás foi o tema da segunda escavação da equipe. Havia dois conjuntos de câmaras construídas em Treblinka, o primeiro com uma capacidade para cerca de 600 pessoas, o segundo para 5.000.

Quatro escavações foram feitas em Treblinka II. Duas revelaram um dente de tubarão fossilizado e areia. Evidentemente, os nazistas despejaram areia de uma pedreira próxima nos restos do campo de extermínio para disfarçá-lo.

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As duas últimas, no entanto, revelaram uma parede de tijolo e fundação. As câmaras de gás eram os únicos edifícios de tijolo no campo. As escavações mostraram ainda azulejos cor de laranja que combinavam com descrições de testemunhas oculares sobre o local. Cada azulejo estava carimbado com uma estrela de David.

“O campo de Treblinka nunca tinha sido vasculhado desde o período após a guerra”, disse Colls. “Todo mundo tinha assumido que tinha sido destruído”. As escavações, é claro, provam o contrário.

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Agora, Colls está trabalhando em uma exposição e em um livro sobre o seu trabalho. Há planos para escavar mais partes do sítio arqueológico, também. A esperança é trazer essas atrocidades à luz, entendê-las e tentar prevenir futuros genocídios. [via]

Treblinka Hoje:

Hoje em dia, esse campo virou um cemitério, onde tem 17 mil lápides de judeus que sobreviveram lá e não foram enterrados corretamente de acordo com a religião.Por entre pedras pontiagudas; as da foto cada uma representando os países de onde vieram os judeus que foram assassinados em Treblinka

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Cachorro encontrado no lixo vira leão em ensaio fotográfico que exalta a sua coragem

Era uma vez uma fotógrafa alemã que encontrou um cãozinho peludo de rua farejando lixos na Espanha. Bastante sujo e claramente abandonado, ele conquistou a fotógrafa – foi amor à primeira vista!

Enquanto ninguém via nada naquele pobre animal, ela enxergava um leão forte e queria poder passar essa visão para o mundo. Julie Marie Werner apelidou o projeto de “Big City Lion“, ou então, o leão da cidade grande. E bem como você pode ver nas fotos, o animal incorporou o personagens fazendo poses maravilhosas!

Julie acredita que Tschikko Leopold von Werner (o nome com que foi brindado) terá sido abandonado depois de ter sido jogado para fora de um carro. Hoje, além de ter adotado o doguinho, ela o leva em busca dos mais belos cliques e paisagens fazendo com que ele também se sinta o campeão que, na verdade, sempre foi.

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Todas as fotos © Julie Marie Werner