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5 vampiros da vida real

Quando se trata de filmes e séries de terror (ou de romance, muito não obrigado, Crepúsculo e The Vampire Diaries), vampiros entram e saem da moda.

Na vida real, no entanto, eles nunca vão sair de cena. Esses animais vão continuar sugando suas preciosas vítimas de seus fluidos de sustentação da vida, por tanto tempo quanto a evolução permitir.

5. Morcegos-vampiros

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Existem morcegos hematófagos. Todo mundo sabe disso, tanto que é até chato falar aqui da existência desses clássicos vampiros da vida real, que subsistem do sangue de suas vítimas. Mas os morcegos simplesmente não podiam ficar de fora dessa lista.

 

Uma colônia de 100 desses animais podem drenar totalmente cerca de 25 vacas ao longo de um ano, o que os torna bem menos eficientes do que a indústria do fast food, mas ainda bastante aterrorizantes em um sentido geral.

Vale a pena notar que os morcegos-vampiros raramente se alimentam de seres humanos (embora isso aconteça de vez em quando), e que os do sexo feminino ajudam a cuidar de bebês órfãos se algo acontece com suas mamães biológicas. Não é adorável? Eles também compartilham comida (será que cospem sangue um para o outro?!), de forma que são monstros mais do estilo S.A. do que Drácula.

4. Lula-vampira-demônio-do-inferno

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De um modo geral, os animais têm nomes latinos bastante chatos ou idiotas. O castor, por exemplo, é simplesmente “Castor canadensis”. Não fica mais entediante do que isso. Já a lula-vampira-demônio-do-inferno, além de soar impressionante, tem o nome latino Vampyroteuthis infernalis. Crianças góticas desejam que seus pais tivessem lhe dado esse nome.

No entanto, tudo que esse animal tem de assustador é o nome, mesmo. Com um comprimento máximo de 30 centímetros, você só vai ter medo dessa lula se der de cara com seus olhos, que são os maiores em relação ao tamanho do corpo de qualquer animal na Terra. Olhos gigantes são basicamente aterrorizantes.

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Infelizmente para os entusiastas dos poderes do inferno, a lula-vampira não suga o sangue de nada. Ela só ganhou esse apelido graças ao fato de que tem olhos vermelhos e um tecido em volta do corpo que conecta seus tentáculos e parece uma capa. Basicamente, o cara que descobriu esta coisa tinha um dom para o dramático.

3. Tentilhão-vampiro

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Tentilhão-vampiro. É isso mesmo? Estamos falando do pássaro? Sim. E, desta vez, ele não ganhou esse nome só porque tem um bico pontudo ou qualquer outra aparência estranha.

Essa ave de fato bebe o sangue de animais muito maiores, como um atobá adulto ou um patola-de-pés-azuis. E o que é pior: as vítimas nem sequer tentam resistir a serem picadas e sugadas por esses tentilhões malvados.

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E se você acha que beber sangue é ruim, saiba que tentilhões-vampiros não são nada seletivos. Eles também destroem ovos para comer gemas, se alimentam de sementes e até mesmo bebem o vômito de outras aves. Tendo nunca provado esse tipo de coisa na minha vida antes, não posso criticar as escolhas alimentares desse passarinho.

O bico extremamente afiado do tentilhão é perfeitamente adaptado para seu estilo de vida maluco, permitindo-lhe não só furar a carne, como também abrir frutas e beber néctar.

2. Cervo-vampiro

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Nem mesmo os cervos escapam dessa lista. Oficialmente chamado de cervo almiscareiro da Caxemira, esse animal ganhou o apelido de vampiro por ter presas gigantes.

No ano passado, ele foi visto no Afeganistão pela primeira vez em 60 anos. Por que havia desaparecido? Não sei. Talvez, como o próprio Drácula, ele sorrateiramente se transforme em um morcego e hiberne por anos.

Lamentavelmente, as presas do cervo-vampiro não servem para muito mais do que chamar a atenção das fêmeas. Como um carro esportivo adquirido em uma crise de meia-idade, não é necessário para a sobrevivência do animal, embora seja um grande sucesso entre as mulheres.

Como a maioria dos vampiros nesta lista, o almiscareiro não é muito grande. Tem cerca de 60 centímetros de altura.

1. Mariposa-vampiro

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Você tem alguma ideia do que uma maripose come? Bom, você não precisa saber o que todas comem. O que importa é que algumas deleitam-se do sangue de suas vítimas.

Aparentemente, a mariposa-vampiro evoluiu de uma espécie de mariposa que normalmente comia fruta. Como isso se transformou em um gosto por sangue, acho que nem os cientistas podem explicar.

Esses pequenos insetos assustadores são basicamente mosquitos peludos enormes, e vivem em partes da Ásia. Então, se já é chato quando você é sugado por um mosquitinho, imagina ser mordido por esse treco!

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Infelizmente para vítimas da traça, elas não são projetadas para chupar sangue. Enquanto os mosquitos têm o equivalente biológico de uma agulha hipodérmica na sua cara, mariposas não são tão delicadas. Como deveriam comer frutas, suas pequenas trombas são feitas para triturá-las e sugar seu suco. O que significa que, se uma decidir aterrar em você para saborear seu fluido vermelho, basicamente vai rasgar um buraco em sua pele.

A boa notícia é que, devido ao fato de que não bebem apenas sangue, mas também consomem outras coisas, as chances de ser mordido por uma mariposa-vampiro são relativamente baixas.

Agora, vem a má notícia: pesquisadores especulam que a razão destas mariposas beberem sangue é sexual. Mariposas e borboletas têm um comportamento chamado “empoçamento”, em que pousam em algum terreno para sugar seus nutrientes, como o sal. Isso, em seguida, é oferecido a um potencial parceiro para convencê-lo a acasalar. Estas traças sanguessugas decidiram que água enlameada salgada era um presente de merda, então passaram a ingerir o sumo da vida preciosa, muito mais nutritivo, para ter algo melhor a oferecer. Logo, você pode se sentir lisonjeado se uma mariposa dessas te morder. [Cracked]

 

Cartunista faz crítica ao mundo atual com série de ilustrações poderosas

A guerra pode ser explicada por muitos motivos. Disputas de território, religiões conflitantes, a busca por recursos naturais, algum megalomaníaco querendo conquistar o mundo (oi, Hitler) ou muitas outras coisas.

Povos da antiguidade chegaram até a nomear Deuses que eram responsáveis por elas – como Ares e Marte, Deuses da Guerra para os gregos e romanos, respectivamente.

Para o artista Gunduz Agayev, porém, todo o sangue derramado nesses conflitos está nas mãos da própria humanidade – e mais do que um instrumento de morte, essa destruição poderia ser um próprio fetiche da raça humana. É assim, pelo menos, que ele retrata o cotidiano das guerras na série “War and Peace”.

Dá uma olhada nas imagens brilhantes dele e vem refletir com a gente:

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Todas as imagens © Gunduz Aghayev

Conheça um dos arquipélagos mais incríveis do mundo

O Vietnã tem ganhado fama e se destacado como um destino turístico em potencial crescimento nos últimos tempos. E não é à toa – afinal, o país está repleto de belezas naturais, como é o caso do incrível arquipélago Ha Long Bay, considerado Patrimônio Mundial da UNESCO e que impressiona pelas águas esverdeadas de cor intensa, além da natureza ao redor.

Formado por 3 mil ilhas de diversos formatos e tamanhos, este paraíso vietnamita, próximo a capital Hanói tem diversas grutas e cavernas, como a Sung Sot Cave, Trinh Nu Cave e Dau Go Cave, para serem exploradas durante os passeios, além de plantações de arroz onde vivem as comunidades camponesas. Outra atração local são os passeios com o tradicional barco junk, marcados pelas velas inspiradas nas antigas embarcações chinesas.

O acesso é feito de barco, ônibus e carro, com duração de, em média, 4h30 até Halong City, a cidade que dá acesso às ilhas. A maior delas é a chamada Cat Ba Island, com 87 quilômetros quadrados. Com sua área coberta, em boa parte, pelo Parque Nacional, a região possui boa infraestrutura para turistas, com hospitais, bancos e supermercados. Vale aproveitar os meses de junho a setembro, quando o verão faz o arquipélago ficar ainda melhor.

Olha só:

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Fotos © Halong Travel

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Foto © Halong Marathon

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Foto © Halong Bay Cruises

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Fotos via

Fotógrafo faz homenagem a Paris ao clicar as melhores sobremesas da cidade

A iluminada Paris é conhecida por sua doçura. Além de ser considerada a cidade do amor, é também conhecida pela excelência em confeitaria, exportando grandes nomes da área para o mundo. Apaixonado por doces, o designer gráfico Tal Spiegel sempre circula pela capital francesa bem acompanhado, com doces de dar água na boca, que ele faz questão de mostrar em suas fotos no Instagram.

Uma das sobremesas que não poderiam faltar na conta é o Éclair, chamado também de bomba de chocolate no Brasil. Sendo um dos grandes destaques da pâtisserie da França, o doce tem como base a massa pâte à choux, que é cozida e assada antes de receber o recheio e a cobertura.

Nas fotografias de Spiegel, até a Mona Lisa foi colocada nestas delícias que mais se parecem com arte mesmo, feitas numa precisão tão perfeita quanto sua aparência. O retrato sempre inclui o sapato usado no dia e o piso desfocados, enquanto o doce estrela em primeiro plano. Preparados para comer com os olhos?

Bolo por Broken Biscuits Paris.

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Torta de cenoura e Laranja por Carl Marletti.

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Chocolate Ombre Lumiére por Pierre Hermé.

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Chou Fraise na Fauchon.

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Désiré Lime & Wild por Pierre Hermé.

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Equinox por Cyril Lignac.

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Hokusai Eclair por Fauchon.

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Torta Merengue de Limão da Un Dimanche à Paris.

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Lilly Vally por Carl Marletti.

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Merengue de amora por Les Fées Pâtissières.

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Mona Lisa Eclair por Fauchon.

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Chinelinho de pistache e cereja por Arnaud Larher.

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Escargot e pistache por Du Pain et Des Idées.

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Eclair Arco-Íris por Fauchon.

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Torta de pistache e amora da Cake by Liberté.

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Eclair Azul, Branco e Vermelho da Fauchon.

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Todas as fotos © Tal Spiegel

HIPCAMP: CONHEÇA O AIRBNB DOS VIAJANTES QUE PREFEREM ACAMPAR

Não há dúvidas de que plataformas como o Airbnb revolucionaram o mercado, trazendo a possibilidade de se sentir, literalmente, em casa enquanto estamos em qualquer lugar do mundo. Seguindo a mesma premissa, o site Hipcamp visa promover a recreação e estadia ao ar livre, além de incentivar a prática em áreas privadas através de agendamento. Afinal, por que não ocupar um espaço que, muitas vezes, está sem uso?

Segundo um levantamento feito pelo serviço, mais de 60% dos terrenos do Estados Unidos são privados, o que acaba tornando os campings superlotados ou limitados. A ideia então é expandir a oferta para atender a demanda, por meio de ações de troca. Por exemplo, se a área for devidamente cedida pelo proprietário para os campistas ecologicamente conscientes, a terra pode ser ocupada, conservada e até mesmo se desenvolver.

Atualmente, o site abrange 5.818 acampamentos em 32 estados do país, auxiliando ainda os donos de terras a arrumarem suas instalações, ter mais infraestrutura e a prezar pela segurança do local, assim o ambiente fica mais agradável para anfitriões e aventureiros. Assim como ocorre no Airbnb, há troca de experiências e avaliações dos locais cedidos, mostrando ainda fotos de alta qualidade, descrições do espaço e vagas disponíveis.

O Hicamp também lança alguns programas de compartilhamento de terra, recentemente implantado na Califórnia, catalogando uma série de propriedades. Para tal, está oferecendo uma recompensa de US$ 500 a proprietários de terras que se inscrevam e para as pessoas que se referem como novos proprietários de terra.

Abaixo o vídeo de apresentação do serviço:

FIND YOURSELF OUTSIDE from  on Vimeo

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Todas as fotos: Divulgação