Série de fotos retrata o delicado momento em que patos saem da casca de um ovo e vêm ao mundo

Um tema que cativa fotógrafos ao redor do mundo é, sem dúvida, o nascimento. Um pai registrou os nascimentos de seus quatro filhos no mar em uma série emocionante, enquanto outra série fotográfica  retrata a dor e a delícia de um parto humanizado. Mas para a fotógrafa Alice Grace Woosey, de Kent, na Inglaterra, há nascimentos ainda mais interessantes, como o momento em que um pato sai de seu ovo.

É esse o assunto da sua série Imprint (“Impressão”, em tradução livre), em que retrata diversas fases da concepção de um pato, desde o momento em que ele está dentro do ovo e suas formas são reveladas através da luz, até o seu nascimento. Para Alice, essa é também uma analogia ao processo da fotografia em si.

A luz revela o interior do ovo, a casca com aparência de porcelana do opaco ao translúcido, mas o embrião aparece apenas como uma sombra, indistinto, fugaz e elusivo – resistindo a ser preso e imutavelmente fixo em uma imagem. A luz é também a essência da fotografia, a sua reação química com emulsão fotossensível deixa uma marca do referente, mas também revela a imagem na câmara escura, através da projeção“, lembra ela a respeito das imagens.

Olha só:

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Todas as imagens © Alice Grace Woosey

Artista cria bonecas tão realistas que chegam a ser assustadoras

Estamos em 2016, e a internet continua capaz de nos apresentar a coisas tão incríveis que chega a ser difícil acreditar. Michael Zajkov é um artista russo tão talentoso que suas bonecas hiperrealistas poderiam ganhar vida e protagonizar um belo filme de terror.

Brincadeiras à parte, o talento de Michael foi complementado na Kuban State University of Russia, onde ele se formou em Artes Gráficas com ênfase na Escultura. A primeira boneca feita pelo artista “nasceu” em 2010, com inspiração nos trabalhos de Laura Scattolini e Rotraut Schrott.

As obras de arte de Michael são feitas com argila plástica. Os olhos de vidro são pintados à mão na Alemanha e os cabelos de Mohair francês, um fio de lã produzido a partir do pelo da Cabra Angorá.

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Veja algumas imagens das bonecas, e torça para elas não piscarem para você 😉

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Todas as imagens: Reprodução/Michael Zajkov

Depois do terremoto, ele continua viajando para o Nepal para mostrar toda a sua beleza

O Nepal foi considerado como o sexto lugar mais cool do mundo para viajantes em 2016 pela revista National Geographic Traveller. Apesar disso, as reservas de viagens para o país caíram 50% no último ano, devido ao terremoto que assolou o país em abril de 2015, matando mais de 8 mil pessoas e deixando cerca de 21 mil feridos.

O problema disso é que o turismo era uma parte importante da economia nepalense e, com a queda no número de visitantes, está se tornando cada vez mais difícil para os moradores da região retomar a normalidade de suas vidas.

Porém, o viajante Giang Hoang decidiu que não iria se assustar com os efeitos do terremoto e continuaria viajando para o país. Inclusive, ele estava por lá justamente no momento do desastre, fazendo uma caminhada. Giang compartilha algumas fotografias das lindas paisagens do país e nos faz entender o porquê ninguém deveria deixar de visitar o Nepal – afinal, além de belezas naturais incríveis, o país também é muito barato!

Vem ver:

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Todas as fotos © Giang Hoang

Povo Quíchuas

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Quíchuas (também chamados Runakuna, Kichwas ou  Inas) é a designação aplicada aos povos indígenas da América do Sul, que falam o quíchua, especialmente o quíchua meridional. Distribuem-se pela região andina, especialmente no Peru, na Bolívia, Argentina e Chile.

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Os quíchuas do Equador chamam a si próprios, bem como à sua língua, kichwa ou quíchua. Na Colômbia, autodenominam-se ingas. Outros falantes da língua, na região de Junín e partes de Ancash, Peru, chamam a si próprios runakuna’ ou nunakuna (“povo, pessoas”; singular: runa ou nuna).

Alguns povos quíchuas históricos incluem:

  • Inca; Império Tawantinsuyu (o maior império pré-colombiano)
  • Chancas (em Huancavelica, Ayacucho e Apurímac, no Peru);
  • Huancas (em Junín, Peru; falavam quíchua antes dos incas);
  • Cañaris (no Equador; adotaram a língua quíchua por influência dos incas).

Os falantes de quíchua, 9 a 14 milhões de pessoas distribuídas entre Peru, Bolívia, Equador, Chile, Colômbia e Argentina, apresentam um escasso senso de identidade comum. Os diversos dialetos são, em alguns casos, tão diferentes que se tornam mutuamente ininteligíveis.

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O quíchua não era falado apenas pelos incas, mas por vários outros povos, incluindo inimigos seculares do Império Inca, tais como os huancas (wanka é um dialeto quíchua, falado ainda hoje na área de Huancayo) e os chancas (o dialeto chanca de Ayacucho) do Peru, e os Kañari (Cañar) do Equador. O quíchua era falado por alguns povos, como os huancas, antes dos Incas de Cusco, enquanto outros povos, especialmente na Bolívia mas também no Equador, adotaram o quíchua somente durante e após o período inca.

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O quíchua tornou-se a segunda língua oficial do Peru em 1969, durante o regime militar de Juan Velasco Alvarado.

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Recentemente verifica-se uma tendência à construção de uma identidade comum entre os falantes de quíchua, particularmente no Equador e na Bolívia, onde as diferenças linguísticas são menores. No Peru, as diferenças são mais significativas. Existe uma organização de povos quíchua no Equador, ECUARUNARI (Ecuador Runakunapak Rikcharimuy: “Movimento dos Indígenas do Equador”). A expressão “nação quíchua” ocorre em certos contextos. Na Bolívia, existe o Consejo Educativo de la Nación Quechua, CENAQ, órgão técnico educativo ligado à Confederación Sindical Única de Trabajadores Campesinos de Bolivia, Federación Nacional de Mujeres Campesinas Indígenas Originarias de Bolivia Bartolina Sisa FNMCIOB-BS e à Confederación de la Comunidades Interculturales. O CENAQ tem como atribuições formular e supervisionar políticas educativas e contribuir para a formação de uma consciência identitária do povo quíchua, através dos conselhos educativos comunitários e fomentar a educação bilíngue nas regiões onde se concentram os falantes de quíchua.

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Vídeo: boiando, filhote de lontra dorme na barriga de sua mãe

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Quando nascem, filhotes de lontras ainda não sabem nadar. Eles são basicamente uma bolinha de pelos que precisa de toda ajuda necessária para aprender essa habilidade que vai ser essencial para sua vida adulta, já que lontras passam a maior parte do tempo na água.

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Por isso, segundo a rede de TV PBS, desde muito pequenos elas já passeiam pela água na barriga de suas mães, aproveitando o nado sem correr nenhum risco, como se estivessem numa boia de patinho. Assim como as crianças, as lontras vão se acostumando com a água e podem aprender a nadar muito mais rapidamente.

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Na verdade, com seus casacos de pelos impermeáveis, os filhotes não se afogam, mas, quando caçam, as mães chegam a amarrá-los em algas para que não flutuem para longe. Elas também puxam seus filhotes com os dentes, além de colocá-los sobre suas barrigas, por horas, levando-os inclusive para o oceano – tudo para não ficar longe de seus pequenos.

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A filmagem abaixo de um bebê lontra de um dia de idade dormindo na barriga de sua mãe foi capturada pelo fotógrafo Connie Levenhagen e divulgada em sua página no Facebook. Os animais foram vistos em uma piscina do Monterey Bay Aquarium, na Califórnia, Estados Unidos.

Como um funcionário do zoológico contou ao site Bored Panda, o bebê nasceu em 20 de dezembro. “Sua mãe é uma lontra selvagem do mar californiano que procurou refúgio na piscina para protegê-la contra outros animais e do dia de tempestade”. [Bored Panda, Connie Levenhagen, Nature on PBS, Sea World]

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Esqueletos com foices revelam medo dos antigos poloneses de demônios

Publicado em 20.12.2015

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Esqueletos desenterrados em um cemitério polonês de 400 anos de idade foram descobertos com foices colocadas ao redor de seus pescoços.
Os arqueólogos acreditam que esta prática estranha é evidência de uma crença na magia e um medo de demônios. (Claro, afinal de contas, como você evita que um demônio perturbe os vivos? Com uma lâmina na garganta).

O achado

A descoberta foi feita no Cemitério Drawsko, no nordeste da Polônia, que data dos séculos 17 a 18.
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Os arqueólogos, incluindo Marek Polcyn, professor visitante na Universidade de Lakehead, no Canadá, escavaram mais de 250 sepulturas desde 2008.
Entre os túmulos, quatro esqueletos com foices colocadas em suas gargantas e um quinto com uma foice sobre os quadris foram identificados.
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Demônios, e não vampiros

Anteriormente, esse tipo de enterro havia sido descrito como de “vampiro”, com as foices interpretadas como uma forma de evitar que os mortos reanimassem e aterrorizassem os vivos.
Mas em um novo estudo detalhado na revista Antiquity, Polcyn e sua coautora Elzbieta Gajda, do Museu Ziemi Czarnkowskiej, rejeitam essa caracterização. Em vez disso, os arqueólogos preferem usar o termo geral “antidemoníaco” para falar dos enterros, em parte porque os vampiros não eram os únicos tipos de encarnações do mal dos mortos, de acordo com as crenças populares tradicionais da região.
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Também, as sepulturas com foice tinham privilégios funerários que não eram geralmente concedidos a “vampiros” enterrados em outro lugar. Por exemplo, tiveram enterros cristãos em solo sagrado ao lado de outros membros da comunidade, e seus cadáveres não parecem ter sido profanados ou mutilados.
Outro sinal de que as pessoas enterradas com foices provavelmente não eram “forasteiros” é que, segundo a análise dos cientistas das assinaturas químicas nos dentes destes cadáveres, todos os cinco indivíduos eram moradores locais.
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Ritual

Apesar disso, os pesquisadores acham que a foice tem algum sentido ritualístico. “O significado mágico e ritual desse gesto parece fora de dúvida”, escreveram Polcyn e Gajda em seu artigo.
A ferramenta pode ter tido a intenção de manter os mortos em seus túmulos sob a ameaça de cortar sua garganta, ou pode ter sido usada para impedir as forças do mal de atormentar suas almas.
Além do mais, o uso de uma ferramenta feita de ferro, que teve que passar por uma transformação no fogo, poderia simbolizar a passagem da vida para a morte.
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Demoníacos por quê?

Mesmo que o cristianismo fosse a religião dominante na Polônia no momento que este cemitério foi utilizado, as tradições eslavas pagãs antigas e vários sistemas de crença popular ainda existiam, incluindo a crença em demônios.
Além das foices, não há outras características únicas nas sepulturas, de forma que os cientistas não têm certeza exatamente o que fazia dessas pessoas demoníacas.
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Hipóteses sugerem que elas podem ter sido consideradas pessoas com poderes sobrenaturais na vida, ou podem ter tido características físicas consideradas suspeitas (como “um corpo excepcionalmente peludo”, uma “monocelha”, uma cabeça grande e uma tez vermelha, coisas citadas no folclore polonês).
Os indivíduos também podem ter morrido de forma traumática, sem qualquer tempo para os ritos apropriados para uma transição suave para a morte espiritual. Embora alguns dos enterrados com foices podem simplesmente ter morrido de velhice, um deles, uma menina, morreu adolescente. Os cientistas especulam que seu fim tenha sido violento e prematuro, talvez por meio de afogamento, suicídio ou assassinato.
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Polcyn e Gajda esperam que mais testes nos cadáveres, tais como análises biomoleculares, os ajudem a entender o que levou os mortos em Drawsko a serem enterrados com foices. [LiveScience, LiveScience2]

O lar da arquiteta pioneira em casas contêineres no Brasil é ‘um sonho’

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Livia Ferraro, 33, é arquiteta, artista plástica e vive há 9 anos numa encosta exuberante em Florianópolis, com vista para a Lagoa da Conceição. A casa onde mora foi seu primeiro projeto como arquiteta e também um grande desafio.O terreno acidentado fez com que Livia tivesse que buscar novas respostas para velhas perguntas. A arquitetura modular, topográfica e os contêineres foram algumas das alternativas que ela encontrou.

O resultando de tudo isso foi criação de sua empresa, a Ferraro Habitat, que há oito anos é especializada em projetos arquitetônicos com contêineres, mas que trabalha também técnicas diversas sempre com redução de desperdícios e impacto ambiental. Livia vive nessas ‘casa dos sonhos’, como ela mesma descreveu, com seu filho Enri, 4, e nos contou um pouco sobre sua experiência pioneira com contêineres no Brasil.

Vem com a gente que a vista é linda  bom demais:

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Imagens: Alessandro Guimarães e arquivo pessoal