FOTO DO DIA

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Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo – quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.

Clarice Lispector

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IMAGEM DO DIA

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Conheça os inacreditáveis penhascos desenhados da Ilha Maria

A natureza sempre surpreende e é um dos grandes motivos que nos leva a querer viajar cada vez mais.  Localizada no Mar da exuberante Tasmânia, a Ilha Maria impressiona com seus penhascos desenhados naturalmente, revelando várias cores e desenhos no cenário.

Formadas por rochas de arenito, as falésias “pintadas” se tornaram atração turística e objeto de estudo. Em outros tempos, a ilha serviu como colônia penal para quem cometeu crimes contra os colonizadores franceses. Atualmente é um parque nacional que reserva muitas espécies da fauna e da flora, incluindo estes incríveis penhascos coloridos.

Tons de vermelho, laranja, amarelo e bege se dividem nos paredões ao longo de toda a costa da praia de Hopground. Sua formação se deu por conta da água subterrânea que fluía através das rochas de arenito poroso, deixando vestígios de óxidos de ferro que deram origem aos tons espalhados pelas pedras.

As falésias formadas por rochas de arenito belamente “pintadas” são a atração mais popular da ilha Maria. Localizada no Mar da Tasmânia, a Ilha Maria já foi uma colônia penal para presos que cometeram crimes contra os colonizadores franceses. Hoje toda a ilha e o oceano em volta são um parque nacional cheio de pássaros, animais e vida marinha.

Nota-se também um padrão semelhante a um favo de mel, que surgiu com as ações climáticas somadas aos cristais de sal. Todo este trabalho do tempo e da natureza acabou dando origem a um dos lugares mais fascinantes da Terra:

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https://i1.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/01/ilhamaria-9.jpgFotos via

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/01/ilhamaria-2.jpgFoto: Markus M/Flickr

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https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/01/ilhamaria-4.jpgFotos: Kristina D.C. Hoeppner/Flickr

https://i0.wp.com/nomadesdigitais.com/wp-content/uploads/2016/01/ilhamaria-10.jpgFoto: Tim Cooper/Flickr

Série de GIF’s de animais selvagens mostra como estamos destruindo seus habitats

O artista turco Said Dagdeviren fez arte ao retratar como o habitat de animais selvagens vem sendo devastado pelo homem. A série de GIFs “Double Exposure – Cinemagraph“ é capaz de passar esta mensagem com muita beleza e delicadeza.

As imagens de um urso polar sob um poço de petróleo são chocantes. Assim como a silhueta da baleia com o fundo de uma fábrica poluente, ou então o veado estampado por queimadas.

Veja a série completa abaixo e reflita:

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Todas as imagens © Said Dagdeviren

Macaco adota cachorro como se fosse um filho e mostra que podemos aprender muito com os animais

Enquanto entre humanos ainda há gente preocupada tentando definir qual é exatamente o conceito de família, os animais nos mostram cada vez mais que para que uma família exista só é preciso muito amor. É o caso deste macaco, que adotou um cachorrinho de rua e cuida dele como se fosse o seu próprio filho.


Os dois vivem em Erode, na Índia, e chamaram a atenção da população local quando o macaco defendeu o filhote de outros cachorros de rua, mostrando sua afeição. Os moradores da região que assistiram ao ocorrido ficaram tão impressionados que ofereceram comida para a dupla. Foi nesse momento que o macaco deu uma nova lição de bondade, ao deixar o cachorrinho comer primeiro do que ele.

Quem vê essa inusitada família comenta que eles têm uma incrível afeição e laços muito fortes – e as fotografias abaixo só mostram o quanto isso é verdade. Vem ver e morrer de amores:

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Fotos © dinamalar.com

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Fotos © Parithitamil

Seres humanos massacram uns aos outros há pelo menos 10.000 anos, sugere estudo

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Novo estudo da Universidade de Cambridge (Reino Unido) encontrou restos fossilizados de homens, mulheres e crianças com sinais claros de que foram violentamente massacrados no Quênia, o que sugere que os seres humanos têm se engajado em guerras por, pelo menos, 10.000 anos.A descoberta pode ser a evidência mais precoce de conflito humano já registrada pela ciência.

 

Origem da guerra

Os cientistas ainda não têm certeza de como a guerra e a violência organizada – que, infelizmente, são hoje uma parte comum e importante de nossas vidas – começou em nossa espécie.

Será que foram desencadeadas por algo profundo em nossa história evolutiva, ou são um sintoma do sentimento de posse que veio com a agricultura, por exemplo?

Os recém-achados 27 esqueletos parciais de uma tribo de caçadores-coletores que parece ter sido brutalmente morta podem esclarecer um pouco essa questão.

Violência além da dúvida

Os pesquisadores encontraram evidências de que os indivíduos – incluindo mulheres e crianças – foram submetidos a lesões extremas como trauma contuso, ossos quebrados e feridas de flecha no pescoço. Pontas de projéteis de pedra foram encontradas dentro do crânio e tórax de dois homens.

Quatro esqueletos também foram encontrados em posições que indicavam que as suas mãos tinham sido amarradas, incluindo uma mulher nos estágios finais de uma gravidez.

“Estes restos humanos registram a morte intencional de um pequeno grupo de pessoas que não foram enterradas, e fornecem provas de que a guerra fazia parte do repertório de relações intergrupais entre alguns caçadores-coletores pré-históricos”, disse a principal pesquisadora do estudo, Marta Mirazon Lahr.

Motivo: o de sempre, “dinheiro”

Os restos foram descobertos em um local chamado Nataruk, a 30 km a oeste do lago Turkana. Graças a datação por radiocarbono, os cientistas pensam que as mortes ocorreram entre 9.500 e 10.500 anos atrás.

Naquela época, Nataruk teria sido uma região arborizada fértil às margens de uma lagoa. Logo, os pesquisadores teorizam que a localização invejável da tribo pode ter sido a causa do conflito. Além disso, haviam evidências de propriedades no local, o que sugere que os indivíduos armazenavam alimentos.

“O massacre de Nataruk pode ter resultado de uma tentativa de tomar recursos – território, mulheres, crianças, alimentos armazenados em potes -, cujo valor foi semelhante ao das sociedades agrícolas posteriores, em que ataques violentos contra os assentamentos se tornaram parte da vida”, disse Lahr.

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Ou seja, as condições socioeconômicas foram, como em outras instâncias precoces de guerra, os prováveis motivos do conflito: o desejo de conquistar, ainda que violentamente, uma forma mais estável e materialmente mais rica de vida.

Não sobrou ninguém

Como descartar a possibilidade do conflito ter sido simplesmente o que os pesquisadores chamam de “resposta antagônica padrão para um encontro entre dois grupos sociais”? Em outras palavras, como sabemos se os dois grupos não se cruzaram sem querer e tentaram tirar os recursos um do outro – algo que não é classificado como guerra, e que era comum entre caçadores-coletores?

O que torna este cenário improvável é que, nesses ataques antagônicos, geralmente apenas os homens eram mortos, com as mulheres e crianças sendo tomadas pelo grupo vencedor. O que torna esta descoberta única é que poucos indivíduos parecem ter sido poupados (se é que algum foi).

Dos 27 indivíduos analisados, 21 eram adultos, incluindo oito homens, oito mulheres e cinco restos que não puderam ser verificados. Os ossos de seis crianças foram encontrados perto dos restos de quatro mulheres adultas.

Natureza agressiva

Os pesquisadores não sabem quem foram os responsáveis pelo massacre, mas as pontas de flechas ou lanças encontradas eram feitas de obsidiana, uma rocha vulcânica preta que não era usada por outras tribos do final da Idade da Pedra na região – o que sugere que os dois grupos confrontados em Nataruk tinham diferentes origens.

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Infelizmente, provavelmente nunca saberemos exatamente o que aconteceu em Nataruk, ou por que esses indivíduos foram mortos.
Mas essa não é a primeira vez que sinais da guerra são encontrados tão cedo em nossa história evolutiva.

“Eu não tenho nenhuma dúvida que é de nossa biologia ser agressivo e letal, assim como ser profundamente amoroso”, disse Robert Foley, coautor do estudo. “Muito do que nós compreendemos sobre biologia evolutiva humana sugere que estes são dois lados da mesma moeda”.

A pesquisa foi publicada na revista científica Nature. [ScienceAlert]

BABIRUSA

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O Babirusa-buru, Babyrousa babyrussa é uma espécie de mamífero da família Suidae. Endêmica da Indonésia, onde pode ser encontrada nas ilhas Sula (Mangole e Taliabu) e em Buru.A espécie foi classificada como “vulnerável” pelo IUCN e listada pelo U.S. ESA como “em perigo de extinção”, em 1996, quando sua população selvagem estaria em torno de 4000 a 5000 animais.

Descrição

Mede entre 85 cm e 105 cm de comprimento mais longa cauda de 27 cm a 32 cm, pesa cerca de 90 Kg e é onívoro. Os caninos superiores do macho emergem na vertical dos alvéolos do maxilar, penetra pela pele do nariz e então sai em curva para cima e na frente da face.

Os caninos da mandíbula do macho também crescem por sobre a da face. Esta particularidade aparece no macho adulto(os caninos inferiores da fêmea ou estão ausentes ou notadamente reduzidos). Este tipo de dente levou as pessoas acharem que ele era parecido com um antílope por isso o seu nome (i.e. babi = porco e rusa = cervo). A função destes dentes é desconhecida. Eles são bastante frágeis, e facilmente se quebram, mas são raramente usados em combate entre machos. Muito das informações disponível na história natural e biologia desta espécie é derivado do estudo de espécimes cativos de jardins zoológicos.

O babirusa é o representante vivo exclusivo do subfamília Babyrousinae. Acreditam os estudiosos que o Babyrousa se desenvolveu desde os de Oligoceno (25 milhões de anos atrás) ao longo de uma linha evolutiva separada.

A fêmea em cativeiro pode se tornar sexualmente madura com cinco a dez meses de idade e viver em torno de 24 anos. Porém, é improvável que se reproduza antes de um ano de idade. O ciclo estro dura entre 28 e 42 dias e fêmeas em cativeiro geralmente entram novamente no cio dentro de três meses após o parto. O cio dura de 2-3 dias e a duração de gestação normalmente é de 155-158 dias, entretanto já ocorreram casos de durar 171 dias. O número de filhotes é um ou dois, mas mas já foram registrados nascimentos de trigêmeos, tanto em cativeiro como na vida selvagem e encontrados quatro fetos no ventre de uma fêmea selvagem. As fêmeas normalmente são bastante dóceis em cativeiro, mas ficam bastante agressivas quando estão com filhotes e até duas semanas após o nascimento.

Fotos: google imagens