‘Até que a morte nos separe’: fotógrafo registra o amor por seu marido 27 anos mais velho

O amor entre o fotógrafo galês John Paul Evans e seu marido Peter começou em 1989, quando o casamento homossexual não só ainda era proibido, como parecia inconcebível a ideia de um dia a união entre dois homens vir a ser reconhecida oficialmente.

Hoje, John Paul e Peter são casados e, a a fim de desafiar a maneira como a fotografia reitera conceitos preconceituosos sobre família e normalidade, John Paul criou o ensaio Till Death Us Do Apart (“Até que a Morte Nos Separe”) – segundo o próprio, uma série de imagens tragicômicas que subverte o significado histórico e cultural dos retratos de casamento.

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Além de participar do debate sobre o casamento gay, John Paul tinha um propósito pessoal em mente ao realizar as fotos: a diferença de idade entre ele e Peter, de 27 anos, ofereceu urgência para que pudessem criar alternativas aos velhos conceitos de casal, casamento e família – e, consecutivamente, retratos de família.

Juntos há um quarto de século – o fotógrafo entrou na casa dos 50 anos, e seu marido já alcançou 70 – para John Paul, a certeza de que não conseguirão envelhecer um ao lado do outro traz ainda mais contundência para o ensaio.

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Ciente da discrepância visual que o casal imprime – muitas vezes, conta o fotógrafo, foram confundidos como pai e filho – John Paul afirma que o ensaio serve também como memória pessoal. O olhar dos outros sobre o amor dos dois, visto frequentemente com estranheza, faz parte da experiência que os une, e tornou-se elemento do ensaio, a fim de registrar de fato suas experiências vividas.

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Todas as fotos © John Paul Evans

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 A capela sustentável que realiza casamentos em meio à natureza

Construída numa clareira em 1980 em Eureka Springs, no Arkansas, EUA, a capela de Thorncrown é cenário de cerimônias de casamento. Não à toa, a construção em si é uma declaração de amor à natureza.

O pequeno templo de estrutura de madeira foi construído sobre uma base de pedras nativas com ladrilhos coloridos, possui 15 metros de altura, conta com 425 janelas de vidro que recebem luz natural e atrai visitantes que buscam fazer seus votos matrimoniais, um momento de silêncio em meio à natureza, meditação ou simplesmente a contemplação do local. A capela é um projeto do renomado arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright é um belo exemplo de planejamento sustentável, por valorizar os recursos naturais e se adequar às condições climáticas do ambiente florestal.

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Segundo o site oficial da capela Thorncrown, esta já recebeu mais de seis milhões de visitas desde a sua inauguração. O templo da floresta já ganhou diversos prêmios, como o Design of the Year, em 1981, e alcançou o quarto lugar na lista dos principais edifícios do século XX pelo Instituto Americano de Arquitetos.

Seja para casar ou apenas curtir uma experiência diferente em meio a natureza, vale a visita, saca só:

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Todas as imagens via Facebook/ Thorncrown.com
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 Fotógrafa russa se surpreende com racismo no Brasil e decide captar a beleza de mulheres negras

Muita gente ainda acha que não existe racismo no Brasil. Se você faz parte deste time, é porque provavelmente não convive intimamente com nenhum negro. Porém, uma fotógrafa russa que vive no Brasil há oito anos decidiu mostrar ao mundo a hipocrisia dos brasileiros ao não falar sobre esse tema.

A fotógrafa Alyona Gamm conta que quando chegou aqui, em 2007, não percebia o racismo. Mas, à medida que passou mais tempo no país e começou a namorar um menino negro, percebeu o quão difícil era lidar com o preconceito. “Já ouvi conversa de família branca brasileira falando que não iam ficar felizes se a filha deles namorasse um negro. Perguntei a eles ‘o que vocês têm contra negros?’ Me responderam que nada contra, só preferem genro branco… Fiquei chocada naquele dia. Acho que foi o dia em que me dei conta que existe racismo no Brasil“.

Alyona acrescenta ainda que já presenciou muitas cenas de racismo ao lado de seu namorado. “Quando ele era mais novo, na adolescência, foi barrado na farmácia, o segurança pensou que ele era assaltante…“, lembra. Mas foi quando soube da história dos cinco meninos negros que haviam sido assassinados pela polícia no Rio de Janeiro que decidiu que também poderia lutar contra o preconceito à sua maneira: usando a fotografia.

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Não demorou para que Alyona decidisse criar um ensaio para era exaltar a beleza da mulher negra e dos seus cabelos afros. “A maioria das mulheres negras no Brasil alisa o cabelo, porque cabelo negro é considerado ‘feio’. Alguém de repente vai pensar que isso é somente questão de beleza, mas eu acho que isso é mais sério – as negras negam sua identidade, sua beleza natural, seus cabelos afro, porque por algum motivo cabelo afro é considerado feio no Brasil“, diz ela, que também publica suas fotos através do Instagram.

Alyona sugere que uma das melhores maneiras de combater o preconceito é colocar a mão na consciência: será que você nunca teve algum pensamento racista? Nunca julgou alguém pela cor da pele ou pela aparência? Aceitar o problema e falar abertamente sobre o tema parece simples, mas são uma das formas que temos para desbancar de vez o preconceito em nossa sociedade.

As fotos abaixo são a maneira encontrada por ela de levantar o diálogo sobre o tema ao mostrar a beleza das mulheres negras. Vem ver:

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Alyona não quis deixar seu namorado de fora, olha só:
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Todas as fotos © Alyona Gamm

O menor restaurante do mundo tem apenas 2 lugares pra casais apaixonados

A veia romântica dos italianos se revela mais uma vez no restaurante Solo Per Due, que em português significa “Somente Pra Dois”. Com construção inspirada na arquitetura do século XIX, o lugar é o ideal pra uma refeição em paz e apaixonada, sem qualquer perturbação de outros clientes.

Como atende somente duas pessoas ao mesmo tempo, a qualidade do serviço é alta e o próprio dono do espaço, Remo di Claudio, faz questão de receber pessoalmente os clientes. Apesar de estar aberto ao almoço e ao jantar, o Solo Per Due serve uma média de apenas 1500 pessoas ao ano. Isso significa que, se quiser lá ir, terá de marcar por e-mail com grande antecedência.

Localizado em Vacone, na região central de Itália, o restaurante promete uma experiência inesquecível desde que o casal atravessa o caminho iluminado por velas. O cardápio inclui massas, pães caseiros, frutas silvestres e cogumelos, entre alguns pratos típicos do lugar, por vezes abrilhantados com corações.

O pior vem no fim: 335 dólares por pessoa é quanto terá que desembolsar – topa?

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fotos @ Solo Per Due

Homem passa 2 anos plantando milhares de flores para sua mulher com deficiência visual poder cheirar

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Se existe uma coisa que nos inspira aqui no Hypeness é ver pessoas que encaram tragédias de uma forma positiva e, apesar dos medos e tristezas que sempre acontecem, conseguem supera-los e mostrar ao mundo o lado bom da vida.

O senhor Kuroki é nossa mais recente inspiração. Após ter vivido uma existência feliz com sua mulher, ambos como trabalhadores rurais em Shintomi, cidade japonesa, ele precisou encarar uma nova realidade: estar casado com uma pessoa deprimida. A senhora Kuroki ficou assim após complicações causadas pelo diabetes lhe terem retirado a visão. A partir daí, a senhora passou a se fechar em casa, sem vontade de viver o mundo lá fora.

O marido, tentando achar uma forma de levar alegria para sua amada, decidiu plantar um incrível – e gigante – jardim, onde ela pudesse aproveitar toda a sua beleza, ainda que usando outros sentidos que não a visão. Após 2 anos de intenso trabalho, o jardim privado faz agora sucesso e é procurado por pessoas que gostariam de conhecer de perto esta tocante prova de amor.

Olha só:

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Todas as fotos © Yoshiyuki Matsumoto

Ilha do Mel, no Paraná, é o refúgio ideal para quem busca contato com a natureza

No Estado do Paraná existe um lugar que atrai casais apaixonados desde seus primórdios. A 4 km de Pontal do Paraná, a paradisíaca Ilha do Mel se estende por aproximadamente 2.700 hectares na Baía do Paranaguá. A beleza se espalha por seus quatro cantos, que formam uma unidade de conservação para proteger os ecossistemas naturais.

Além de pegar uma praia, é possível curtir outros atrativos no local, que se divide em cinco vilarejos: Fortaleza, Brasília, Farol, Praia Grande e Encantadas. Um dos destaques é a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres de Paranaguá, monumento militar que tinha por objetivo a defesa do litoral no século XVII, um exemplo único deste tipo de estrutura ainda existente no Paraná.

Já o Farol das Conchas, acessado por trilha e uma escadaria íngreme, oferece uma visão privilegiada dos entornos, mesmo que não dê para subir em seu topo. Na hora de conhecer o comércio e o “agito”, vá até Encantadas, onde se concentram lojas e restaurantes, além de uma gruta cheia de lendas e mistérios.

O acesso à ilha é por meio de barco e, se estiver de carro, tem de deixar na cidade mais próxima para fazer o translado. Ou seja, lá você estará livre de carros, livre do stress e, aparentemente, livre do resto do mundo.

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