O jardineiro que vendeu papelão durante um ano em SP para se formar como paisagista

Não há esforço que impeça o jardineiro e paisagista Wallace Sinhorelli de lutar por seu trabalho e espaço, e nem dificuldade que o faça esmorecer. Por um ano Wallace vendeu papelão em uma carroça para conseguir pagar um curso no SENAI para oficialmente poder cumprir profissionalmente sua vocação: paisagismo. O curso custou R$ 420 e foi pago com o trabalho de Wallace com papelão.

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Há nove ano o paisagista oferece seus serviços de porta em porta pela região de Vila Formosa, em São Paulo. Wallace, no entanto, garante que vai a qualquer parte da cidade que for chamado para trabalhar. Foi numa dessas portas que ele conheceu Gustavo Cirillo, que fez recentemente o post que viralizou sua história.

Como o post conta, depois de ter conseguido realizar o curso, Wallace enfrentou uma nova batalha: a casa onde morava, em uma favela na região da Penha, foi destruída em um incêndio. Ele, sua filha de 9 anos e sua mãe, de 96, tiveram então de se mudar para uma casa alugada, o que dificultou em muito o equilíbrio de suas finanças.

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Daí surgiu o gesto de Gustavo ao postar a história, a fim de que oportunidades possam surgir para que Wallace possa simplesmente seguir em sua nobre luta, através do que pode oferecer de mais valioso: seu trabalho. O contato de Wallace está no post de Gustavo. Alguém aí em São Paulo precisando de um jardineiro ou paisagista?

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© fotos: facebook fonte

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Este policiais tiveram a atitude mais divertida ao receber reclamações de barulho

Pra toda diversão existe alguém frustrado querendo acabar com ela. Não importa o quão inocente o motivo de sua diversão for: sempre haverá aquele vizinho que não tolera o menor sinal de convivência, quanto mais as gargalhadas e a leveza da simples alegria. Um grupo de policiais do estado de Wisconsin, nos EUA, porém, diante de uma reclamação por conta de um grupo de crianças estarem jogando hóquei na rua, decidiu fazer não só seguir a lei, como fazer o mais certo: pegaram tacos e entraram no jogo.

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Os policiais foram ainda mais longe, bloqueando a rua da pequena cidade de Janesville para que pudessem jogar uma partida de 3 contra 3 por meia hora. A história foi contada em um post no facebook, que basicamente comemora não só o fato dos policiais permitirem às crianças serem crianças, como reafirma o óbvio: policiais também são boas pessoas, parabenizando assim o departamento da cidade.

O post naturalmente viralizou com mais de 30 mil compartilhamentos e quase 2 mil comentários – em sua absoluta maioria também parabenizando o gesto dos policiais, comemorando a (hoje em dia) rara cena de se ver crianças brincando ao ar livre e praticando esportes, e muitos criticando o amargo vizinho que realizou a reclamação.

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Após o jogo, os policiais indicaram às crianças um local que lhes permitiria jogar sem serem importunados, e seguiram, plenos da sensação do dever cumprido – afinal, proteger a molecada e ajuda-los a serem simplesmente felizes tem de ser parte fundamental do trabalho de qualquer polícia.

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© fotos: reprodução fonte

Fotógrafa usa autorretratos não para simular vida perfeita, mas para derrubar conceitos em série provocativa

A internet catalisa a vontade de criar uma imagem pessoal feliz, com a vida recheada de momentos felizes, um atrás do outro. Segundo o Google, em 2015 mais de 24 bilhões de selfies foram postadas em seus servidores, a maioria, presume-se, demonstrando felicidade. Uma fotógrafa finlandesa resolveu ir na contramão.

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Iiu Susiraja começou a fotografar com uma câmera digital em 2007, e se formou numa escola de arte de seu país cinco anos depois. Em um ensaio recente, criou uma série de autorretratos para provocar sobre a banalidade dos registros feitos do dia a dia.

Com um senso de humor peculiar, Iiu tira fotos de si mesma equilibrando um osso para cães nos lábios, com uma vassoura presa sob os seios ou segurando carinhosamente um pão. Ela conta querer que as pessoas vejam seu trabalho e pensem que podem se retratar com liberdade ao tirar fotos, e considera que a melhor parte do que faz é observar as pessoas tendo reações conflitantes ao ver as imagens.

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Eu me fotografo porque sou o objeto que conheço melhor”, diz. “Objetifico a mim e à minha privacidade, o que se torna um momento de fama. Transformar o privado em público é como um refúgio, acho a privacidade dolorosa. Quando falo sobre minha arte, digo que é uma documentação de emoções. É como uma anarquia divertida com equipamentos e um ritual para tomar o poder de volta. A vida do dia a dia é minha musa”, conta ao tentar definir o que a motiva.

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Todas as fotos © Iiu Susiraja fonte

Abriu um bar inspirado em Super Mário e os fãs estão enlouquecidos

Com a chegada da temporada em que é possível ver as cerejeiras floridas no Japão, dois bares de Washington D.C., nos Estados Unidos, se uniram para celebrar essa época. Enquanto um deles optou por trazer todo o clima das cerejeiras para dentro do bar, o outro se inspirou em outro ícone japonês: Super Mario!

Os bares envolvidos são o Mockingbird Hill (ocupado pelo universo de Super Mario) e Southern Efficiency (repleto de cerejeiras). Juntos, eles se transformaram no bar temporário Cherry Blossom Pub, que ficará aberto até o dia 15 de abril. O destaque é mesmo para tudo que remete aos jogos da Nintendo, o que tem atraído filas de espera de até duas horas.

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Foto © Farrah Skeiky

Tudo parece ter sido pensado nos mínimos detalhes para a transformação do espaço: de um painel do Mario construído com Legos, às luminárias que remetem às caixinhas com interrogação que são uma das marcas do game. Canos verdes, cogumelos e estrelinhas também estão por toda parte.

A carta de bebidas ganhou adições com nomes sugestivos como “O que não mata te deixa menor” ou o drink “Eu chamo de Yoshi!“. E, com sorte, os visitantes podem ainda ser atendidos por um garçom que lembra muito o personagem do jogo.

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Fotos © Farrah Skeiky

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Abaixo um vídeo dos primeiros momentos desse bar maravilhoso :

Outras fotos: Reprodução fonte