Usando arquitetura para explicar 16 doenças mentais

 

Se você tivesse que imaginar uma doença mental ou distúrbio como uma casa, como ela seria?Não consegue imaginar? Então você pode simplesmente checar as imagens criadas pelo artista Federico Babina.Babina, espanhol de Barcelona, lançou um novo projeto chamado “Archiatric”, que retrata 16 diferentes condições como obras de arquitetura em vários estados.Os desenhos são bastante abstratos, mas para quem vive a realidade de uma doença mental, talvez sejam muito precisos.O ilustrador possui um estilo geométrico único claramente inspirado no cubismo. Seus projetos são frequentemente surreais e sublinhados com humor insolente. Para conhecer mais de seu trabalho, você pode conferir seu website.

Ansiedade

Depressão

Insônia

Demência

Esquizofrenia

Transtorno obsessivo-compulsivo

Alzheimer

Transtorno bipolar

Autismo

Fobias

Paranoia

Distúrbios dissociativos

Transtorno alimentar

Dislexia

Narcolepsia

Transtorno de gênero

Um vídeo animado postado na plataforma do artista digital no YouTube intensifica ainda mais o efeito das imagens:  fonte [BoredPanda]

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Rio na Nova Zelândia é reconhecido pela lei como uma pessoa

Em março de 2017, o governo da Nova Zelândia entrou para a história ao reconhecer um rio como uma pessoa “com todos os direitos, poderes e deveres de uma pessoa legal”. Isso aconteceu depois de uma batalha jurídica que durou 170 anos, liderada pela tribo local Maori.

O Rio Whanganui é o terceiro maior do país, localizado na ilha norte. Ele é considerado sagrado e parte da cultura e tradição do povo Maori Iwi. Esta população tem como expressão importante a frase: “eu sou o rio, e o rio sou eu”.

Desde 1870, os Maori lutam pelo reconhecimento legal de seu relacionamento com o rio. Eles se preocupam com o impacto do governo na saúde e “qualidade de vida” do rio. Agora ele foi conhecido como pessoa, e será representado por uma pessoa escolhida pelos Maori e por uma pessoa escolhida pelo governo quando decisões tiverem que ser feitas relacionadas a ele.

O ministro da Nova Zelândia, Christopher Finlayson, afirmou: “algumas pessoas dirão que é estranho dar personalidade legal a um recurso natural. Mas não é mais estranho que dar personalidade a um Fundo Familiar, a empresas ou a sociedades”. Fonte; [Big Think  via ]

A maior pegada de dinossauro do mundo foi encontrada na costa da Austrália

O que hoje é uma pacata e belíssima cidadela da costa australiana, reunindo turistas ao redor de paisagens estonteantes, em um passado realmente distante (mas que brota eventualmente do chão nos lembrando das relatividades do tempo), foi a terra de gigantescos dinossauros. E não eram poucos, nem discretos: uma publicação científica recente revela que foram descobertas pegadas e marcas de 21 diferentes tipos de dinossauro em um trecho da costa da cidade de Broome, no norte da Austrália. Entre elas, nada menos que a maior pegada de dinossauro já descoberta.

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Foram milhares de rastros identificados na região de Waldamany pelos paleontólogos e cientistas da Universidade de Queensland e da Universidade James Cook, formando assim a maior reunião de pegadas e rastros de dinossauros do mundo, marcadas em rochas com entre 127 e 140 milhões de anos. Entre essas pegadas, algumas foram identificadas como sendo de um Saurópodes, com mais de 1,70m, sendo assim a maior pegada já registrada pelo homem.

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Não por acaso, o local está sendo chamado de “Jurassic Park australiano” e, segundo Steven W. Salisbury, o pesquisador chefe da empreitada, a descoberta é única. “Em nenhum outro lugar do mundo foram descobertos tantos rastros de dinossauro como nessa área”, afirmou.

A pesquisa havia começado em 2011, e os cientistas tiveram de contar a excitação por seis anos de trabalho intenso antes de trazer a público. A pegada gigante pertence a um Saurópodes que de provavelmente 5,5 metros de altura – nos quadris, sem contar seu pescoço.

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O projeto quase foi interrompido e destruído – e junto com eles esse tesouro arqueológico – por conta de uma iniciativa de construção de uma estação de gás na região. Uma história de mais de 130 milhões de anos estaria perdida. Agora, uma das mais antigas e importantes páginas da humanidade foi identificada e registrada – em letras garrafais.

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© fotos:;Fonte:via

A raça de cães mais antiga e rara do mundo foi redescoberta na natureza

O mais antigo e primitivo cachorro do mundo finalmente foi visto em seu habitat natural, acabando com nossos temores de que tivesse desaparecido totalmente.

Os pesquisadores confirmaram a existência de uma população saudável e viável, escondida em uma das regiões mais remotas e inóspitas da Terra, as montanhas centrais da Nova Guiné.

Incrível

De acordo com a análise de DNA, estes são os mais antigos canídeos existentes.

Uma recente expedição à área resultou em mais de 100 fotografias de pelo menos 15 indivíduos selvagens, incluindo machos, fêmeas e filhotes, florescendo em isolamento e longe do contato humano.

“A descoberta e confirmação deste cão selvagem pela primeira vez em mais de meio século não é apenas empolgante, mas uma oportunidade incrível para a ciência”, disse em um comunicado o grupo por trás da descoberta, o New Guinea Highland Wild Dog Foundation (NGHWDF).

A pegada

Se você não está familiarizado com essas criaturas, esses cães selvagens só eram estimados a partir de duas fotografias promissoras, mas não confirmadas, feitas em 2005 e 2012.

Eles não tinham sido documentados com certeza em seu ambiente nativo há mais de meio século, e os especialistas temiam que tivessem sido extintos.

Conduzida pelo zoólogo James K McIntyre, a expedição se reuniu com pesquisadores locais da Universidade de Papua, que também estavam na trilha dos cães.

Uma cópia enlameada de uma pata em setembro de 2016 finalmente iluminou o caminho de todos, oferecendo evidências de que os animais ainda vagavam as florestas densas das montanhas, 3.460 a 4.400 metros acima do nível do mar.

Bingo!

Câmeras foram implantadas por toda a área da pegada, finalmente capturando mais de 140 imagens dos cães em apenas dois dias no pico de Puncak Jaya, o mais alto do Monte Carstensz e da ilha.

A equipe também foi capaz de observar e documentar os cães em primeira mão, e análise de DNA de amostras fecais confirmaram a sua relação com dingos australianos e cães-cantores-da-nova-guiné, variantes criadas em cativeiro desse cão selvagem.

Devido à falta de evidências da espécie, não está claro exatamente se as três espécies realmente são relacionadas, mas os cientistas esperam responder essa questão em breve.

O registro fóssil indica que o raro cão se estabeleceu na ilha pelo menos 6 mil anos atrás, chegando junto com imigrantes humanos. No entanto, novas evidências sugerem que eles podem ter migrado independentemente dos seres humanos. A importância científica e histórica da espécie continua a ser crítica para a compreensão da evolução dos canídeos.

Mais informações

Esses animais são mais comumente dourados, mas também existem em tons mais escuros e amarelados. Suas caudas são altas e em forma de gancho, como as de um Shiba Inu. Em todos os indivíduos observados até agora, as orelhas são eretas e triangulares.

Embora isso ainda não tenha sido confirmado, os cães selvagens da região montanhosa devem poder fazer as mesmas vocalizações únicas de seus parentes nascidos em cativeiro, os cães-cantores-da-nova-guiné:

 

A pesquisa sobre esses animais ainda está em andamento, e um artigo científico sobre a descoberta será lançado nos próximos meses.

A boa notícia é que os pesquisadores estão otimistas sobre suas chances de sobrevivência. Empresas de mineração locais precisaram tomar medidas especiais de proteção ambiental para preservar o ecossistema em torno de suas instalações, o que significa que inadvertidamente criaram um santuário no qual os cães selvagens puderam prosperar.

Fonte [ScienceAlert]