Spreewald Biosphere Reserve é a Veneza alemã

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Em Brandenburgo, pertinho de Berlim, esconde-se um pedacinho mágico. É a Reserva da Biosfera da UNESCO Spreewald, que encanta por suas paisagens semelhantes a um parque, mas com um toque especial.

Especial por conta dos mais de 200 canais que formam a floresta, moldada ainda na era do gelo, e que lembra a cidade italiana de Veneza. Estima-se que 50 mil pessoas habitem o local, muitas descendentes dos primeiros colonizadores da região, as tribos eslavas Sorbs e Wends, e que cultivam a língua, costumes e tradições dos antepassados até hoje.

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Apesar da presença humana, inclusive no turismo, que sustenta a região, a área continua praticamente intacta, e conta com cerca de 18 mil espécies de flora e fauna. Para visitar, existem diversos pacotes saindo de Berlim, sendo que os de um dia já são suficientes para ver muitas coisa. Só não temos como garantir que você queira ficar por lá.

Imagens © Michael Bertula/hgnize/siturelational/toon3000/Derbeth/gravitat-OFF /Fonte: via

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Cidade italiana de 400 habitantes, quase todos idosos, usa arte para combater desertificação

O envelhecimento e a diminuição da população são fenômenos que se perpetuam por toda a Europa, mas em especial nos pequenos vilarejos, nas cidades periféricas às grandes capitais, e que vem se tornando de fato um dilema nas pequenas vilas italianas.

Segundo estatísticas, um em cada sete habitantes deixando esses locais para cidades maiores, os vilarejos italianos correm o risco real de sofrerem o que se chama de despopulação. Para evitar tal questão, a cidade de Civitacampomarano está utilizando a arte para lutar contra seu próprio abandono.

Com somente 400 habitantes, a cidade já pelo segundo ano tornou-se cenário do CVTà Street Fest, um festival de arte de rua que visa não só rejuvenescer Civitacampomarano e suas ruelas e casas, como também chamar atenção para a cidadela e sua região.

Mas tudo começou com uma coincidência, quando a responsável pelas atividades culturais convidou a artista italiana Alice Pasquini para pintar a cidade. Alice não só topou, como revelou que seu avô vinha de lá – e tudo começou. Ainda que a cidade tenha poucas crianças – as escolas inclusive encontram-se fechadas – a população, quase toda mais velha, abraçou a ideia e passou a ajudar e amar o festival.

O festival dura quatro dias de junho, trazendo também música e outras atividades à cidade, e recebendo cerca de 3.500 visitantes. Junto com o festival, vieram novas atividades comerciais, e frescor a cidade antes quase abandonada. Através da arte, Civitacampomarano vem se reencontrando com sua própria juventude – sem abrir mão de sua história, que é também a história de um dos mais antigos e ricos países do mundo.

© fotos: reprodução/ fonte via

Se você é fã de cultura viking, dê um pulo na Noruega

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A Noruega tem uma rica história diretamente ligada aos vikings, a antiga civilização nórdica, que teve papel importantíssimo na cultura e na mitologia do país. Exploradores, guerreiros, comerciantes, eles exploraram e colonizaram grandes áreas da Europa e das ilhas do Atlântico Norte.

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Para conhecer a história dos vikinks, a Noruega possui lugares específicos bastante interessantes como o Vikingskipshuset, o Museu do Navio Viking, em Oslo. No local estão alguns dos navios vikings mais bem conservados do mundo e 95% das madeiras da embarcações, do século VII, são originais.

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Quem prefere interatividade, o museu de Lofoten é o ideal. O visitante tem experiências que incluem desde passeio em navio vinking, degustação de alimentos tradicionais a confecção de utensílios artesanais.

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Já ao sul da Noruega está o vilarejo de Avaldsnes, que abriga um grande centro de cultura viking. No local há uma fazenda que recria o estilo de vida da época que fica aberta aos turistas durante apenas durante o verão.

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Há casas como as que os guerreiros viviam com suas famílias e pessoas vestidas com trajes típicos agem exatamente como se estivessem ainda naqueles tempos. Um centro histórico interativo mostra aos visitantes a importância da região de Avaldsnes, onde muitos reis vikings exerceram o seu reinado.

Lá está localizado Stiklestad, o campo de batalha onde o lendário Rei Olavo foi derrotado no ano de 1030. Este fato possui uma importância histórica muito grande para os noruegueses e por conta disso o local ganhou um centro cultural que reencena a batalha e promove festivais, exibições e visitas guiadas. Visitar o local é uma ótima oportunidade de saber mais sobre os vikings em dos lugares mais importantes de sua história.

* Imagens: Reprodução/fonte: via

O metrô de Nova Iorque virou uma incrível biblioteca móvel digital

Quem gosta de ler sabe que o tempo supostamente perdido dentro dos transportes públicos deixa de ser perdido quando o leitor traz consigo um livro a tiracolo. Com o advento do digital, sequer é preciso se preocupar com o peso extra, a não ser na memória de seu dispositivo.

Pensando nisso, o Metrô de Nova Iorque criou a Subway Library (Livraria do Metrô), uma plataforma digital livre, que oferece aos passageiros um sem fim de livros, contos, trechos e capítulos de livros para serem devorados durante as viagens.

Para tal, basta acessar a biblioteca através de uma rede Wi-Fi oferecida pelo próprio metrô, e navegar pelos livros, oferecidos pela Biblioteca Pública de Nova Iorque e por editoras.

E para comemorar essa bela iniciativa, o Metrô de Nova Iorque decorou um dos trens – que cruza as linhas E e F no Brooklyn, em Manhattan e no Queens – como uma verdadeira biblioteca, como se os assentos fossem prateleiras, com livros estampados por toda a parte, e até com uma reprodução do incrível teto da Biblioteca Pública da cidade. Do lado de fora, um enorme letreiro informando que aquele é o “trem-livraria”.

Dessa forma, as longas viagens que um metrô da extensão do de Nova Iorque permite – assim como os célebres atrasos que costumam infernizar a vida dos moradores de lá – passam a ser um excelente programa, para se colocar a leitura em dia, conhecer novos autores e até estudar.

© fotos: divulgação/Fonte: via