Esta tatuadora transforma pets em homenagens muito fofas

Jiran Yang, uma tatuadora de Seul, na Coreia do Sul, tem feito sucesso com seus desenhos de animais pra lá de divertidos. Apesar da rígida lei no país com os tatuadores, que precisam ser médicos graduados, a jovem conquistou seu espaço através de um traço único, uma mistura de cartoon com anime, e o resultado são tattoos incríveis.

Num primeiro momento, os desenhos até deixam a gente em dúvida se as tatuagens são de verdade ou então feitas com caneta, de tão coloridas e bold que são.

Por um segundo, chegam até a lembrar aquelas tattoos que vinham no chicletes quando éramos crianças. Uma alternativa leve e divertida para você levar o seu pet para sempre com você!

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Imagens © Reprodução Instagram

Estas imagens coloridas são um precioso registro dos tempos de lei seca nos EUA

Imaginar hoje qualquer estado proibindo o consumo de álcool, mais do que risível, é o cenário perfeito para compreender como nascem os mercados ilegais, e o quanto de dinheiro desnecessariamente acaba na mão de criminosos e não dos governos. Ou alguém tem dúvida de que as pessoas continuariam a beber, apesar da proibição? Vale pensar o mesmo para o caso do cigarro, ou de produtos que fazem tanto ou mais mal que os já citados, como frituras, gorduras, refrigerantes e afins.

Pode parecer um cenário absurdo, mas ele foi realidade ao longo de mais de uma década nos EUA – como ainda é, com as drogas, no Brasil. A Era da Proibição, ou da Lei Seca, nos EUA, foi de 1919 até 1933, deixando legado algum a não ser o crescimento desenfreado do contrabando, da ilegalidade e da máfia – parecido com algum lugar que conhecemos bem.

Essas imagens coloridas desse inócuo período nos EUA permitem uma vívida viagem no tempo não só até o desperdício de esforço e dinheiro que a proibição significou, como a consequência direta desse período. Foi, afinal, também por conta do fim da proibição – para não encerrar as atividades dos agentes que perseguiam o álcool, entre outras coisas – que a perseguição à maconha teve início.

As fotos (a maioria tiradas na capital americana de Washington, D.C.) pertencem à Livraria do Congresso Americano, mas o uso das imagens é liberado – como é, hoje, o álcool, e como vem sendo, cada vez mais, pelo mundo, a maconha e outras drogas.

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Carro da Agência de Proibição, que tinha a permissão para parar carros considerados suspeitos

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Campanha da Organização das Mulheres pela Reforma da Proibição

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Policial ao lado de um carro batido repleto de caixas de bebidas contrabandeadas

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Mulher em uma lanchonete colocando álcool em sua bebida de dentro de sua bengala

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Mulher escondendo uma garrafa em sua bota (a suástica no chão tratava-se ainda de um milenar símbolo de sorte, considerando que o nazismo ainda não existia)

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Homem carrega uma caixa de uísque confiscada pelo governo

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Agentes federais assistem o derramamento de bebida no esgoto, no auge da Lei Seca

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Mulher com um cartaz pelo fim da proibição

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Carro e carregamento apreendido em Washington, D.C., após uma perseguição

© fotos: Livraria do Congresso Americano

Ela transforma o autismo do filho em arte através dessas lindas imagens

A fotógrafa norte-americana Kate Miller-Wilson tem dois filhos, um deles autista. O autismo é um transtorno que afeta o sistema nervoso e não tem cura, prejudicando a capacidade de comunicação e interação.

E Kate achou uma maneira leve e bonita de transformar toda a jornada enfrentada por ela e pelo filho diariamente em arte, através do projeto fotográfico que leva o mesmo nome do transtorno.

Nele, a fotógrafa, que vive em Minneapolis, capta imagens que considera uma verdadeira homenagem ao filho, mostrando a leveza da sua imaginação e a maneira única como ele enxerga o mundo.

O resultado é pura poesia, confira:

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“Uma das grandes qualidades do meu filho é a sua capacidade de se concentrar completamente em algo. Um quebra-cabeça, um instrumento musical, a maneira como a luz faz cores nas nuvens… Ele coloca tudo de si nas coisas que ele ama, e eu tento fazer o mesmo nas minhas interações com ele.”

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“Fotografar alguém com autismo nem sempre é fácil, porque para se obter um bom retrato é necessário conexão emocional. E para se conectar com alguém que sofre do transtorno, é necessário entrar no seu mundo. Aqui, ele está fingindo ser uma coruja, e as corujas são seus maiores interesse atualmente.”

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“Muitas vezes sinto que há algo entre meu filho e eu. Podemos ver e ouvir uns aos outros através desta barreira, mas não podemos tocar. Aqui, fotografei-o através de uma janela de gelo para simbolizar essa experiência.”

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“Uma das principais características do autismo são as diferenças no processamento sensorial. O mundo pode ser esmagador com tantos sons, visões e cheiros. Mas isso também pode ser um presente. Meu filho experimenta o mundo de uma maneira que eu nunca vou experimentar.”

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“Nesta imagem, meu filho está olhando para mim. Isso é algo que ele nunca faz. De alguma forma, a barreira da parede de vidro deixou que ele me visse. Às vezes, penso com nostalgia sobre esta versão dele, aquela por trás do vidro. Eu o amo do jeito que ele é, mas eu daria qualquer coisa para abraçar o menino atrás da barreira.”

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Todas as fotos © Kate Miller-Wilson

A Majestosa Civilização de Cush

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O antigo reino de Kush (ou Cuche) dominava uma região africana ao sul do Egito, na época chamada Núbia, que hoje faz parte do Sudão. A princípio era uma colônia egípcia, mas depois conseguiu sua independência e dominou o Egito e boa parte do vale do rio Nilo. A civilização de Kush reunia a cultura egípcia e a de outros povos africanos.

Os cuchitas, como seu povo era chamado, eram africanos negros, agricultores na maioria, mas entre eles havia também artesãos e mercadores. Às vezes capturavam pessoas de outros povos e tornavam os cativos seus escravos.O reino de Kush era muito rico, possuía minas de ouro e terras cultiváveis. Além disso, ficava numa ótima localização para comerciar com outros povos. Os cuchitas transportavam mercadorias pelo rio Nilo e também por estradas que levavam ao mar Vermelho. Vendiam ouro, incenso, marfim, ébano, óleos, penas de avestruz e pele de leopardo.

A Núbia originalmente era parte do Egito antigo. Durante o século XV a.C., o Egito dividiu a Núbia em duas partes. Kush era a parte sul.Por volta do século XI a.C., o Egito enfraqueceu e, no século VIII a.C., os cuchitas o conquistaram, mas não conseguiram dominá-lo por muito tempo. No século VII a.C., os assírios, da Ásia, os repeliram de volta à Núbia.

Assim, Kush tornou-se um reino menor do vale do Nilo por quase mil anos. E, em aproximadamente 350 da era cristã, o reino de Aksum acabou por liquidar Kush.Os cushitas, em épocas mais recentes, ocupavam o sul do Nilo com seu impressionante exército de arqueiros.

Cush foi o local do Jardim do Éden. Gen. 2: 11-14 – “Um rio saía do Éden para regar o jardim, e de lá se dividia em quatro braços. O primeiro chama-se Fison: é aquele que rodeia toda terra de Hévila, onde existe ouro; e o ouro dessa terra é puro, e nela se encontram também o bdélio e a pedra de ônix. O segundo rio chama-se Geon: ele rodeia toda a terra de Cush. O terceiro rio chama-se Tigre e corre pelo oriente da Assíria. O quarto rio é o Eufrates.”

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As tumbas de alguns reis de Kush fazem parte de um sítio arqueológico no norte do Sudão.

Nos escritos do Antigo Testamento, Cush é conhecido também por Núbia e muitas vezes citado como Etiópia.

Os historiadores gregos Homero e Heródoto deixaram registrados que os cushitas povoaram o Egito, a Arábia, a Palestina, a Ásia Ocidental e a Índia. Foram considerados, por Heródoto, como os mais altos, os mais bonitos; de maior longevidade entre as raças humanas e os mais justos dos homens. São citados nos anais de todas as civilizações. A arte de embalsamento, pelo qual são famosos os faraós egípcios, teve sua origem na civilização Cushita.

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O Império de Cush construiu três vezes mais pirâmides que os egípcios e possuíram a cerâmica mais bela do mundo, assim considerada por todos os povos, inclusive os gregos.

A economia cushita era baseada em pedras preciosas, madeira de ébano, marfim, e também diversos produtos que contribuíram decisivamente para a manutenção e crescimento da civilização egípcia.

A 25ª dinastia do Egito é conhecida como dinastia etíope, em 712 a.C., porque o Egito foi conquistado pelo Império Cushita que governava o Egito e a Núbia.

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A primeira capital do Império Cushita foi à cidade de Kerma, anterior a 5.000 a.C, considerada a cidade mais antiga da África, cujo tamanho compreendia 62 acres e possuindo mais de 200 casas, e edifícios maciços do tijolo que foram devotados ao comércio e às artes, com um templo e um palácio.

A segunda capital foi Napata, um centro sagrado e devotado aos deuses. O templo fundado em Jebal Barkal, uma montanha sagrada, transformou-se na fonte de reivindicações de Núbia ao trono egípcio.

Os reis de Núbia invadiram o Egito e estabeleceram a 25ª dinastia. O império de Núbia abrangeu a Síria no norte à Núbia no sul. Os reis de Núbia ajudaram o estado de Israel em seu esforço de guerra contra os Assírios. A terceira capital foi Meroé, a sua linhagem real durou mil anos. A cultura de Núbia em Meroé combinou tradições egípcias.

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As mulheres tiveram papel proeminente na sociedade cushita, ocupando posições de poder e prestígio. Ao contrário das rainhas do Egito que possuíam o poder derivado dos seus maridos, as rainhas de Cush eram governantes independentes. Cush era uma sociedade matriarcal no período de Meroé. Os historiadores acreditam que em Meroé, uma das capitais do império cushita, nunca um homem reinou. O título de Candances para as rainhas foi originado do vocábulo ‘kentace’, e existiu por mais de quinhentos anos. Quatro dessas rainhas: Shanakdakete, Amanirenas, Amamishakete, Amamitere foram guerreiras temidas e comandaram seus bravos exércitos.

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A Rainha Amamishaketo e seu companheiro

A rainha Amanirenas reinou na cidade Meroé e quando o imperador romano Augustus tentou impor um imposto aos cushitas, Amanirenas e seu filho Akinidad, realizaram um ataque violento a um forte romano na cidade Asuan. Augustus mandou as tropas romanas; comandadas pelo general Peroneus, retaliaram, mas, encontraram uma forte resistência de Amanirenas comandando as tropas que derrotou os romanos e os obrigaram a negociar a paz. Os cushitas detiveram o avanço dos romanos na África, e colocaram um busto de César Augustus enterrado debaixo de uma entrada em um templo. Nesta maneira, todos que entraram pisariam em sua cabeça.

A rainha Amanirenas era alta, muito forte e cega de um olho; venceu as tropas romanas no ano 23 a.C., obrigando Roma a trocar embaixadores e fecharam um acordo, onde Roma devolveu um território cushita, anteriormente pago em imposto. Outras rainhas também enfrentaram as tropas romanas.

O exército africano de Cush derrotou inimigos egípcios, gregos e romanos.A civilização de Cush, com seu alfabeto, comércio e triunfos arquitetônicos é considerada por alguns estudiosos, como superior às civilizações mais desenvolvidas do mundo antigo.

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