Após cruzar com um morador de rua por 3 anos, ela parou para o conhecer e acabou mudando sua vida

Todo dia, durante três anos, a norte-americana Ginger Sprouse cruzava com o mesmo homem durante o caminho que fazia para o trabalho. Ele sempre estava sentado na mesma esquina, e às vezes conversava com alguém que passava por ali.

A cena intrigou Ginger, que resolveu parar e abordar com o jovem. Em poucos minutos, ela descobriu que ele se chamava Victor Hubbard, tinha 32 anos e foi abandonado nas ruas pela sua mãe com apenas 3 anos de idade, após ser diagnosticado com problemas mentais.

Ao questionar Victor o motivo de ele estar sempre na mesma esquina, a resposta que ouviu deixou seu coração partido. A sua mãe havia o deixado exatamente naquele local, há 29 anos atrás. Na esperança de encontrá-la novamente, ele voltava aquele lugar diariamente. Mas, para sua tristeza, ela nunca apareceu. “Então ele espera, e espera, e espera”, disse Ginger ao NBC News.

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Ela então sentiu que não só podia, como deveria fazer algo para ajudar o rapaz. Como tem uma escola de culinária, o levou até lá para ter algumas aulas, além de levá-lo também ao médico para um check-up e de criar uma vaquinha virtual para ajudar Victor a sair das ruas e receber um tratamento adequado.

O jovem passou a frequentar a casa da família e virou um verdadeiro amigo de Ginger, seu marido e seu filho. Sua “anjo da guarda” também o ajudou a localizar a sua mãe, que morava apenas a três quilômetros da esquina onde Victor ficava.

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Mas, infelizmente, ela não quis uma aproximação com o filho. Hoje, ele trabalha na escola de culinária de Ginger, além de estar morando na casa dela e sua família. “Se a gente queria ajudá-lo, não bastava dar um banho e jogá-lo de volta no mundo dizendo ok, passarinho, agora voe’, é um compromisso que você assume para a vida”, declarou Ginger.

Todas as imagens © Divulgação

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A incrível biblioteca de sons da natureza do Parque Nacional de Yellowstone

Vivenciar a verdadeira experiência de um lugar costuma exigir dos nossos cinco sentidos: o cheiro, o tato, o sabor dos alimentos locais, a paisagem, e também o som. Conhecer uma floresta, um parque, um campo é perceber a incrível mistura de sons que a natureza nos propõe, como uma orquestra perfeitamente afinada e harmônica, ao mesmo tempo que completamente aleatória.

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É essa a experiência que a biblioteca de sons do Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, proporciona: conhecer cada ruído, cada canto e cada som dos animais e da natureza desse que é um dos maiores e mais importantes parques naturais do mundo. Os áudios foram todos gravados diretamente no parque, e ficam disponíveis para download e uso, desde que com o devido crédito ao “National Park Service”.

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O parque de Yellowstone é um dos maiores parques naturais dos EUA, e é considerado o primeiro parque natural oficial do mundo. Composta em sua maioria pelo sons de animais diversos – diversos pássaros, bisões, ursos, alces, lobos, até o águia careca, animal símbolo dos EUA – a biblioteca também oferece sons provenientes de fenômenos naturais, como o vento intenso de um furacão ou a música do fogo.

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A águia careca

A águia careca

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O barulho de bisões se alimentando, das motos de neve em que se cruza o parque no inverno, trovões, até o som de gases que emanam da terra podem ser ouvidos – está tudo na biblioteca; cada um dos infinitos instrumentos que compõem essa impressionante orquestra natural.

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© fotos: divulgação

Respiração boca-a-focinho: como um bombeiro salvou a vida de um cachorro

Quando Crystal Lamirande, de 35 anos, voltava para sua casa em Santa Mônica, na Califórnia, levou um baita de um susto ao ouvir seus vizinhos sinalizando sobre um incêndio no local.

Seu desespero foi maior ainda porque seu cachorrinho Nalu, uma mistura de Bichon Frisé com Shih-Tzu, de 10 anos, estava dentro do apartamento. Crystal tentou desesperadamente entrar no local para salvar Nalu, mas a fumaça era tanto que ela não conseguiu.

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Quando os bombeiros chegaram, Crystal estava inconsolável, pois acreditava ter perdido seu grande companheiro. Foi quando o bombeiro Andrew Klein entrou em ação. Ele encontrou o cachorro, porém inconsciente e já quase sem vida.

Mas Andrew e sua equipe foram verdadeiros anjos e não desistiram de Nalu. Para a surpresa de todos, após 20 minutos de massagem cardíaca e até mesmo respiração boca-a-focinho, o catioríneo “ressuscitou”.

“Ele começou a respirar novamente e recuperou a consciência e até a capacidade de caminhar”, contou o departamento de bombeiros de Santa Mônica.

Nalu precisou passar as 24 horas seguintes se recuperando em uma câmara de oxigênio, mas já está 100% recuperado. Que história!

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Todas as fotos © AP/Reprodução Facebook

Brasileiro capta imagens intensas em P&B da Nova York coberta de neve

O fotógrafo brasileiro Nei Valente vive em Nova York e imortalizou o inverno particularmente rigoroso e repleto de neve que invadiu a cidade nesse ano.  Ele captou imagens em preto e branco das ruas cobertas de neve, dos passantes nos arredores do Central Park e das silhuetas sob a neve caindo.

Veja aqui esse cenário bucólico: 

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Todas as fotos © Nei Valente

A mulher obesa que está inspirando o mundo ao provar que yoga é para todos

 

A californiana de San Jose Valerie Sagun, de 28 anos, pratica Hatha Yoga há quatro anos – vertente que proporciona um conjunto de exercícios físicos projetados para alinhar pele, músculos e ossos.

Conhecida também como Big Gal Yoga, a garota faz o maior sucesso nas redes sociais por postar fotos destruidoras de suas sessões de yoga. Ela conta que “no começo, eu só fiz um Tumblr, mas quando eu ganhei 10 mil seguidores e as pessoas me pediram para se juntar Instagram, eu decidi ir para lá”, onde atualmente é seguida por mais de 117 mil pessoas.

A autoconfiança que Valerie passa para os seguidores é também consequência de seu aprendizado: “Eu realmente nunca me senti autoconsciente sobre o meu corpo durante as aulas de yoga. Para mim, a yoga se trata de ter a mente e o pensamento positivo. Eu sou bastante ansiosa e depressiva, e praticar me ajuda com isso”.

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Valerie não quer apenas compartilhar suas fotos na Internet, quer compartilhar tudo o que aprendeu com a yoga e se tornar professora. Ela lançou uma campanha de crowdfunding para arrecadar dinheiro para iniciar seus estudos em sete instituições especializadas no Arizona. “Por ser uma mulher curvilínea de cor, eu passei a mostrar a um monte de pessoas sub-representadas que elas são capazes de qualquer coisa. Precisamos de mais diversidade para que, um dia, a diversidade se torne apenas algo normal que acontece em todo lugar.”

E se você já pensou em praticar yoga e, por algum motivo ainda não começou, Valerie avisa: “Todo mundo que está interessado em yoga deve se sentir confortável e praticá-la“.

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Todas as imagens via @biggalyoga

A solução que as pessoas acharam pra proibição de cachorros em metrô de NY é pura fofura

As regras são claras quando se trata do transporte de animais no metrô de Nova York: eles não podem estar soltos. “Nenhuma pessoa poderá entrar com nenhum animal no metrô, nem sequer em suas dependências, a menos que ele esteja devidamente abrigado dentro de um ‘recipiente’“. Como fica claro pela frase, não há nada falando sobre o tamanho do animal e nem como seria exatamente esse tal recipiente.

Sendo assim, com as opções em aberto, as pessoas deixaram a imaginação fluir para não serem multadas. Por conta disso é muito fácil encontrar cenas pitorescas nos metrôs da cidade.

Confira algumas imagens:

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Clare Toeniskoetter

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Artista belga retrata fobias incomuns através de colagens perturbadoras

Se há um sentimento que todo ser humano sente (ainda que muitos prefiram esconder), esse sentimento é o medo. E quando em doses moderadas, o medo é um sentimento fundamental, que serve como proteção, um alarme que media a maneira com que nos entregamos a desafios e novas experiências.

Mas, como tudo na vida, se ingerido em doses exageradas, o medo pode ser paralisador, irracional e incontrolável – como as famosas fobias. São essas fobias que o artista belga David Delruelle retratou em uma série de colagens.

Tripofobia (medo de buracos)

Tripofobia (medo de buracos)

Taquicardia, suores frios, imobilidade. Algumas fobias são mais populares, como claustrofobia (o medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos ou multidões) ou acrofobia (o famoso medo de altura). Mas há uma coleção de fobias inusitadas e bastante específicas, retratadas por Delruelle em suas colagens, como a Diplofobia (medo de visão dupla), Tecnofobia (medo de tecnologia) e até cronometrofobia (medo de relógio).

Tecnofobia (medo de tecnologia)

Tecnofobia (medo de tecnologia)

Entre a sensibilidade, a poesia e o horror, as colagens retratam não só o objeto que assombra o fóbico, como parecem também sugerir a própria sensação daquele medo em especial. Delruelle não sofre de nenhuma fobia em especial, mas confessa que, depois de mergulhar nessas condições para realizar as coragens, o medo de buracos, também conhecido como tripofobia, um pouco lhe perturbou.

Para quem é hipocondríaco ou simplesmente gosta de caçar sintomas em si, essas colagens podem ser uma ótima péssima pedida. Olhem com moderação, e ao sentirem os primeiros sintomas, um artista deverá ser consultado.

Caetofobia (medo de pêlos)

Caetofobia (medo de pêlos) Koumpounofobia (medo de botões)

Koumpounofobia (medo de botões) Filemafobia (medo de beijar ou ser beijado)

Filemafobia (medo de beijar ou ser beijado) Diplofobia (Medo de visão dupla)

Diplofobia (Medo de visão dupla) Cronometrofobia (medo de relógios)

Cronometrofobia (medo de relógios) Eisoptrofobia (medo de espelhos)

Eisoptrofobia (medo de espelhos)

Todas as imagens © David Delruelle