Fotógrafo usa lente macro para captar os seres minúsculos que habitam na sua casa

Se você não se importa em dividir sua casa com alguns seres que costumam frequentá-la de vez em quando, como baratas, aranhas, moscas e outros insetos, pelo seu tamanho, talvez mude de ideia ao ver as fotos a seguir.

Com uma câmera com lentes macro de 90 mm e alguns filtros, o fotógrafo inglês Mikael Buck capturou durante o inverno europeu esses seres minúsculos, que passam, muitas vezes, despercebidos aos nossos olhos, resultando em imagens de animais gigantescos e revelando uma beleza singular.

De acordo com Vanessa Amaral-Rogers, da organização ambiental Buglife, “a estação mais fria pode ser particularmente difícil para os insetos, dependentes do calor do sol para a sua atividade diária. Como resultado, não é raro vê-los se movendo dentro de casa. Alguns podem até mesmo ser encontrados hibernando nas partes mais calmas da casa, como o sótão ou na varanda. Estes animais representam apenas um fragmento da incrível diversidade que pode ser encontrada em torno de nós”.

Aproxime-se e dê uma boa olhada nessas fotos:

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Todas as imagens © Mikael Buck

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6 locais estranhos e criativos que as pessoas já transformaram em casa

Se você sempre considerou seu primeiro apartamento pequeno ou sem muita personalidade, deveria então dar uma olhada na lista de lugares estranhos e peculiares e estranhos que algumas pessoas decidiram estabelecer-se temporariamente ou permanentemente.

Cada um destes proprietários excêntricos poderiam escrever um manual sobre uma vida não-convencional. Confira:

Set de filmagem

Os fãs da saga Star Wars são um dos mais fervorosos do mundo, mas talvez até mesmo para muitos deles isso seja surpreendente. No filme Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma – de 1999, Anakin Skywalker vive em vilarejo no deserto de Tatooine, uma locação que na vida real fica a 40 km de Tozeur, na Tunísia. Desde que o conjunto foi deixado para trás há muito tempo pelo elenco e equipe, alguns fãs se mudaram para as 15 pequenas estruturas que ainda estão de pé depois de 18 anos que o filme foi lançado para o público.

Dentro do lixo

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O que exatamente levaria alguém a se mudar para uma caçamba de lixo? Minimalismo extremo? Verdadeira baixa autoestima? No Sul do Arizona um casal desafiou as expectativas e normas sociais através da conversão de uma caçamba de lixo em uma bela casa completa. Eles gastaram um total de US$ 13.000 na mini casa de 16 metros quadrados. Estranhamente, as reformas fizeram parecer com que a vida dentro de uma caçamba de lixo pareça bastante atrativa.

A escola nunca termina

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Uma família de seis pessoas decidiu transformar um típico ônibus escolar em seu lar após algumas renovações. O resultado foi uma casa aconchegante com tudo o que uma família precisa para sobreviver e com o melhor: o privilégio de poder sair e poder ir para onde quiser no mundo.

Depósitos de armazenamento

Nos Estados Unidos, além dos já comuns depósitos de armazenamento onde as pessoas guardam objetos que não cabem em suas casas, agora existe também uma novidade. Similares aos locais em que são guardadas as tralhas que ninguém mais quer, containers estão abrigando pessoas. Para isso as caixas metálicas estão recebendo um belo trato e sendo decoradas como se fossem casas com interiores que contam com tapetes macios e luzes indiretas. As possibilidades são infinitas.

Moradores de caverna

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Isso não chega a ser uma novidade já que nos primórdios as pessoas costumavam viver em cavernas. No entanto, desde que as casas se tornaram populares, cavernas saíram da moda, não é mesmo? No entanto, alguns ainda apreciam este tipo de estilo de vida simples e vivem apenas com o mínimo, até mesmo sem objetos como cama e fogão.

Solidão

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Viver em completo isolamento não é para qualquer um. Na verdade, é mais comumente usado como punição por contravenções na prisão ou tortura e é tão prejudicial que chega a repercussões mentais. Viver em solidão completa tem-se comprovado conduzir as pessoas a alucinações, depressão profunda, ou, até mesmo a insanidade completa. A maioria das pessoas usa o convívio em comunidade como uma fonte de vida para gerar felicidade e propósito. São raras as pessoas que desfrutam a vida sozinhas, mas há sempre excepções à regra, como Christopher McCandless que decidiu romper com a sociedade completamente. McCandless era um graduado da universidade, que decidiu abandonar a vida de consumismo e normalidade e sair sozinho para viver no deserto do Alasca. Ele queria viver totalmente imerso no deserto por causa da aversão que sentia por uma sociedade baseada na ganância e desperdício excessivo. Um livro e um filme foram feitos baseados em seu diário. Coincidentemente, ele também acabou vivendo em um ônibus escolar.

* Imagens: Reprodução:

Conheça a maravilhosa Bechibila, a mulher que está transformando água suja em potável em Gana

A maioria de nós planeja desde cedo a própria vida em torno de empregos, planos financeiros, desejos materiais ou mesmo planos maiores que envolvam nosso futuro como sonhamos. Para a ganense Bechibila Mpuanmor, desde pequena seu plano era conseguir realmente contribuir à vida não só dela, mas de sua comunidade, com algo que pudesse realmente fazer diferença. Sua história, no entanto, possui um nada discreto agravante: Bechibila não pode andar.

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A única fonte de água de sua comunidade, no nordeste de Gana, na África, é um rio de águas turvas e sujas.

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Foi aqui que ela percebeu sua missão em vida: mesmo sem conseguir fazer tudo que outras pessoas, capazes de andar, podem, ela decidiu que iria ajudar sua comunidade a se livrar das doenças e males oriundas do consumo de água suja – e que iria, de casa em casa, ensinar como limpar a água dos rios, e educa-los sobre a importância da água limpa.

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Sua única forma de se mover é uma bicicleta adaptada, que Bechibila pedala utilizando as mãos. Mas isso jamais a impediu de nada.

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Em parceira com a empresa P&G, Bechibila ensina a utilizar uma solução química que separa a sujeira da água – bastando mexer a solução na água para, em seguida, filtra-la por um pano, para se ter água limpa e pronta para o consumo e uso geral.

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Eu irei tão longe quanto minha bicicleta puder me levar”, ela diz. Desde 2004, mais de 11 bilhões de litros de água limpa foram produzidas, a partir de iniciativas entre a empresa e mulheres como Bechibila – que nesse momento certamente segue, incansável, até a próxima residência.

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© fotos: reprodução

Artista cria verdadeiras cidades em miniatura usando papelão e madeira

Depois de 16 anos fazendo stencils e mais quatro coordenando uma galeria de arte em Adelaide, Austrália, o artista australiano Joshua Smith decidiu que era o momento de se dedicar a algo novo. Ele começou a se aperfeiçoar na arte das miniaturas, e vem reproduzindo cenários urbanos com um realismo impressionante.

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Inspirado pelo estilo “enferrujado e decadente” de algumas cidades, Joshua cria maquetes em escala 1:20 cujas imagens poderiam facilmente passar por fotografias de prédios reais. Graffittis, sacos de lixo, luzes e placas são alguns dos detalhes que fazem a diferença.

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O australiano conta que não costuma usar mais que papelão, madeira, tinta e carvão para criar suas obras. Cada uma delas costuma levar cerca de três meses para ficar pronta, demandando de oito a dezesseis horas de trabalho por dia!

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Apesar de ter começado a fazer as miniaturas há pouco tempo, em 2015, Joshua já expôs as obras em galerias e feiras de arte em Londres, Paris, Berlim, Nova York, Sidney e Melbourne.

O seu trabalho mais recente, que ilustra esta matéria, é inspirado em um prédio de Hong Kong, localizado na 23 Temple Street. O objetivo, diz Joshua, é que as miniaturas sejam tão perfeitas que, ao fotografá-las à luz do dia, seja possível enganar alguém dizendo que se trata de um prédio real. Alguém duvida que ele consegue?

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Todas as imagens © Joshua Smith