Estudo revela quais são os melhores e piores países do mundo no quesito alimentação

Não restam dúvidas de que todo mundo adora comer. Mas quais serão os países que alimentam melhor os seus habitantes? Na hora da fome, qualquer coisa comestível é válida, mas o instituto Oxfam International realizou um estudo em 125 países, o “Good Enough to Eat” (“Bom o Suficiente para Comer”, em tradução livre), índice que revela quais são os melhores e os piores lugares em termos de alimentação, visando destacar os desafios enfrentados por algumas nações para se obter certos tipos de alimentos.

O levantamento levou alguns pontos em consideração: as pessoas têm comida o suficiente? As pessoas conseguem pagar pela comida? A comida é de boa qualidade? Qual é a extensão de dietas pouco saudáveis para as população? Para descobrir tais respostas, o estudo analisa o percentual de pessoas subnutridas e crianças abaixo do peso, as taxas de diabetes e obesidade, assim como aponta os preços dos alimentos em relação a outros bens de serviços e a inflação. A diversidade nutricional dos alimentos, o acesso a água limpa e segura também são analisados para ter um parâmetro mais exato quanto a não só quantidade do que é servido, mas a qualidade, que é ainda mais importante.

Para chegar a uma conclusão, uma categoria une estes quatro elementos principais das perguntas acima, onde a Holanda conquistou o primeiro lugar e Chade, na África, ficou em último. Os países europeus ocupam os primeiros 20 lugares da lista para se comer bem, enquanto o continente africano ainda sofre com a fome, a miséria e a falta de saneamento básico. Sendo assim, a pesquisa constatou que 840 milhões de pessoas passam fome no mundo, todos os dias, devido a pobreza e a desigualdade social e econômica.

Mesmo havendo comida suficiente para todos, Oxfam explica que desvio de recursos, resíduos e consumo excessivo são os culpados. Segundo eles, os acordos comerciais e as metas de biocombustíveis acabam “desviando lavouras de mesas de jantar para tanques de combustível”. Em contrapartida dos países pobres que passam fome, os mais ricos sofrem com a obesidade, nutrição deficiente e altos preços dos alimentos.

OxfamIndex

Confira abaixo os sete países onde se come melhor:

1. Holanda

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2. Suíça

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3. França

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4. Bélgica

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5. Áustria

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6. Suécia

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7. Dinamarca

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E agora, os sete países onde as condições de alimentação são piores:

1. Nigéria

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2. Burundi

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3. Iêmen

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4. Madagascar

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5. Angola

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6. Etiópia

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7. Chade

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A lista completa você confere aqui.

Fotos: reprodução/wikipedia

Descubra o segredo dessa mãe de 50 anos que preserva uma aparência de 20 e poucos



Algumas pessoas parece que nunca envelhecem, mesmo com o passar dos anos. É o caso desta mãe de 50 anos que deixou o mundo chocado com seu físico escultural e sua pele lisinha. Ye Wen, da província chinesa de Henan, começou a nadar aos 30 anos e desde então parece que o tempo não passa para ela.

Ye nada diariamente e vai à academia de duas a três vezes por semana, onde passa cerca de duas horas malhando. Sua disposição é tanta que em março deste ano ela nadou ao longo do estreito de Malaca, considerado como a principal passagem marítima entre os oceanos Índico e Pacífico.

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Sobre suas ambições, Ye conta que pretende continuar usando um biquíni até os 90 anos. E, apesar de sempre ter tido uma boa aparência, é quase um consenso que, aos 50 anos, ela parece mais feliz e jovial do que quando tinha apenas 30, como dá para ver na foto abaixo:

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Todas as fotos: Sina

Mulher se surpreende ao ver saco de lixo se movendo, corre para salvá-lo e vira heroína

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Na última quinta-feira, a norte-americana Malissa Sergent Lewis teve uma baita de uma surpresa enquanto dirigia para o trabalho. Ao pegar um atalho, avistou um saco de lixo de mexendo, e resolveu parar para ver o que era.

E o que Malissa encontrou ao abrir o saco é de cortar o coração. “Quando eu vi o saco de lixo na rua, eu pensei comigo mesma, ‘Não é possível, será que aquele saco está mesmo se mexendo?’. Resolvi chegar mais perto e vi que realmente estava se mexendo”, disse ao The Dodo. “Eu fiquei paralisada. Tinha alguma coisa viva dentro de um saco de lixo. Eu sabia que eu tinha que pegar e libertar o que quer que fosse que estivesse lá dentro”, explicou.

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Para sua surpresa, era um filhotinho de cachorro que foi brutalmente abandonado no local. Ele estava usando coleira, mas não tinha nenhuma identificação. Malissa não pensou duas vezes e o levou para sua casa.

Ela conta que até procurou os donos por um tempo, mas depois desistiu, imaginando que eles não queriam ser encontrados, e muito menos ter o cachorrinho de volta.

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Mas para a sorte do cão, Malissa resolveu ficar com ele, e hoje Hefty, como foi batizado, está saudável e feliz, num lar cheio de amor e carinho!

Todas as imagens © Reprodução Facebook

Esta série de fotos poderosa vai te levar pelos rituais de vodu no Haiti

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O que sabemos sobre o vodu haitiano costuma estar carregado de diversos estereótipos e preconceitos. Mas, com o número crescente de refugiados haitianos que chegam ao Brasil, nada mais justo do que buscar entender mais sobre a cultura do país.

Esta série de fotos clicadas pelo fotógrafo Troi Anderson, dos Estados Unidos, são uma boa maneira de começar a fazer isso.

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Troi sempre se interessou pelo vodu haitiano, mesmo antes de viajar ao país pela primeira vez, quando pode participar de um ritual. O momento está bem longe ser o estereótipo de bonecos de vodu e magia negra sobre o qual ouvimos falar.

Ao invés disso, os rituais consistem em encontros de música, teatro e dança em que os movimentos corporais são realizados de maneira a fazer com que os presentes acessem uma energia transcendental.

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É importante entender, como lembra o Huffington Post, que o sistema nasceu durante a Revolução Haitiana, em que os habitantes do país eram dominados por uma forte escravidão.

O vodu teria nascido como uma resposta a essa repressão, quando os nativos da região mostravam sua força através dos rituais de música e dança que transformavam a dura realidade em algo mais bonito de se ver e viver.

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Todas as fotos © Troi Anderson

Há 100 anos, esses artistas foram convidados para representar como seria o ano 2000

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Lembra de quando os anos 2000 eram a mais pura representação do futuro? Roupas voadoras, robôs para tarefas rotineiras e muitas engenhocas faziam parte do imaginário futurista até algum tempo atrás. Hoje, esse tal de futuro chegou por aqui – ou pelo menos a data prevista para que ele acontecesse. Mas, ao que tudo indica, o mundo está bem diferente do que havia sido imaginado…

Entre os anos de 1899 e 1910, Jean-Marc Côté e outos artistas franceses foram convidados para imaginar como seria a vida nos anos 2000. Na época, muitas ilustrações foram criadas com imagens futuristas em caixas de cigarros e charutos e posteriormente em postais.

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A série ganhou o nome de En L’An 2000 (“No Ano 2000”, em francês) e tem pelo menos 87 cartões conhecidos com as mais diversas divagações sobre como seria o futuro. Apesar de terem acertado bastante coisa que estava por vir neste século, os artistas abusaram um pouco da ideia de asas acopláveis para uso de profissionais de diversas áreas e previram uma conquista submarina que nunca aconteceu.

As ilustrações tinham como objetivo a exibição na Exposição Universal de 1900, em Paris. Mas, por falta de verba, a série foi descontinuada e só foi redescoberta pelo escritor futurista Isaac Asimov, que publicou as imagens no livro Futuredays: A Nineteenth Century Vision of the Year 2000 (ainda sem tradução para o português).

Mesmo assim, é interessante ver as previsões feitas por eles sobre como seria a vida no início deste século:

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