Esta foca ficou completamente apaixonada por uma versão em pelúcia dela mesma

A maioria dos seres humanos possui uma superioridade arrogante ao acreditar que apenas nós somos capazes de sentir e nos comover – características que fazem de nós seres tão especiais.

Mas são justamente os animais as criaturas compostas inteiramente de sentimentos dos mais puros – e o que aconteceu em um santuário de vida de vida marinha no Japão é uma pequena prova disso.

Apesar de o país asiático não possuir um histórico de amabilidade com seus animais marinhos, haja vista a prática de pescas de baleias, existem instituições que se esforçam em cuidar de outras espécies em risco como é o caso da Ohkotsk Tokkari Center, em Mombetsu, uma cidade da Província de Hokkaido, especializado em tratar focas debilitadas.

No local existe uma foquinha sem orelha que foi presenteada por um dos voluntários com um uma foca de pelúcia e, para surpresa de todos, caiu de amores pelo brinquedo. Desde então não consegue mais viver sem o bichinho que ela ‘adotou’ como se fosse uma cria sua e o leva para todo lado.

 

Imagens: Reprodução /fonte:via

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Este é o maior organismo vivo já descoberto no planeta Terra

Está hospedado nas Montanhas Blue, na região leste do estado de Oregon, nos Estados Unidos, um dos maiores e mais velhos organismos ainda existentes no planeta Terra.

Trata-se de um fungo gigante com cerca de 2.400 anos de vida. O nome científico dele é Armillaria ostoyae, também conhecido como cogumelo de mel, e ocupa uma área de 2200 acres, algo próximo de 8,903,084 metros quadrados, segundo o site Oddity Central.

As medidas fazem dele o maior organismo já descoberto por aqui. Por incrível que pareça, o cogumelo começou a vida como um ser vivo que era imperceptível a olho nu e cresceu nos últimos dois milênios, embora alguns especialistas acreditem que ele possa ter até 8 mil anos de vida.

O fungo se espalhou pela floresta na região, matando toda a vegetação e insetos que apareciam em seu caminho, tornando-se não apenas o maior, mas o mais mortal dos organismos conhecidos.

Ele costuma adquirir sua forma mais impressionante durante o outono. No resto do ano, se transforma em algo semelhante a uma camada branca parecida com tinta de latex. É nessa condição aparentemente menos nociva, porém, que ele se torna mais poderoso.

O cogumelo de mel possui benefícios para a natureza, como separar nutrientes contidos no solo. Diferente dos outros cogumelos, porém, este funciona como um parasita nos troncos de árvores, sugando a vida delas através das décadas em que ali se hospeda.

“Os fungos crescem por toda a base da árvore e, então, matam todo o tecido. Pode demorar 20, 30, 50 anos até que elas morram. Quando acontece, não sobra qualquer nutriente na árvore”, explicou o patologista da U.S. Forest Service Greg Filip ao site Oregon Public Broadcasting.

O cogumelo de mel pode ser encontrado em outros lugares do mundo, como em Michigan, também nos Estados Unidos, e na Alemanha, mas nenhum é tão grande e antigo quanto este das Montanhas Blue.

Apesar de cientistas acharem a descoberta fascinante, ela tem preocupado a indústria local há muito tempo. O organismo tem causado destruição de árvores preciosas para os moradores desde que eles se entendem por gente. Nos anos 1970, pesquisadores desenvolveram uma maneira de preparar o solo com mecanismos eficientes de defesa contra o cogumelo.

Durante os 40 anos seguintes, a iniciativa deu sinais de que funcionaria, com árvores passadas por este método conseguindo sobreviver ao ataque do fungo. No entanto, a demanda intensa de trabalho, investimento financeiro e estrutura fizeram com que o projeto não fosse para frente.

Dan Omdal, junto do departamento de recursos naturais de Washington, está tentando uma abordagem diferente. Ele e sua equipe plantaram uma série de espécies de coníferas na região onde árvores foram mortas pelo Armillaria, com a esperança de que ao menos uma delas se mostre resistente ao fungo.

“Estamos buscando uma árvore que consiga crescer na presença dele. Hoje, é bobagem plantar as mesmas espécies em áreas de colheita que foram infestadas pela doença”, explicou Omdal. /fonte:via

‘Patossauro’: Encontraram um fóssil de dinossauro de 70 milhões de anos que mais parecia um pato

Parece um pato, caça como um pato, mas é, na realidade, um dinossauro, parente do velociraptor.

Trata-se do Halszkaraptor escuilliei, uma criatura que andou pela Terra há mais de 70 milhões de anos, e que deixou um verdadeiro tesouro arqueológico recém descoberto: o fóssil de um esqueleto em excelente estado, praticamente completo, encravado em uma pedra, que permitiu aos paleontólogos descobrir detalhes de uma das mais curiosas e interessantes criaturas do passado.

De tamanho similar a um peru e coberto de penas, o Halszkaraptor escuilliei vivia entre a água e a terra na região onde hoje é a Mongólia. As características de seu esqueleto mostram que ao mesmo tempo o animal era capaz de passar longos períodos em terra e de nadar com facilidade e desenvoltura, com habilidade para caçar em ambos os meios.

“Quando vi o fóssil pela primeira vez, fiquei em choque”, disse Andrea Cau, paleontóloga da Unviersidade de Bologna e uma das autoras da pesquisa derivada da descoberta do animal. “O fóssil estava tão completo, lindamente preservado e, ao mesmo tempo, era tão enigmático e bizarro, com uma mistura inesperada de características estranhas. É o mais excitante desafio para uma paleontóloga”, afirmou.

Tão estranho quanto o próprio animal foi a maneira com que o fóssil foi, de fato, revelado. Passados 70 milhões de anos preso em uma pedra, o esqueleto foi descoberto provavelmente no passado recente, retirado da Mongólia para China, para depois chegar ao mercado ilegal de fósseis da Europa.

Detalhe do esqueleto descoberto

Um revendedor honesto, cujo sobrenome, Escuillié, acabou batizando o animal em homenagem, foi informado do fóssil, teve acesso ao tesouro e o enviou a um paleontólogo, que só assim pode realmente assegurar a descoberta à ciência – que, assim, agora pode não só estudar ainda mais os incríveis detalhes da evolução na Terra, como confirmar mais uma vez o quanto o estudo das espécies do planeta irão sempre surpreender a todos.

 

© fotos: divulgação /fonte:via

Ele foi perguntado se estava ‘por engano’ na fila do embarque da 1ª classe e deu a melhor resposta

Atribuir características inferiores, suposições comportamentais, sociais ou definições genéricas a uma pessoa por sua aparência é uma das definições de como o preconceito e o racismo funcionam. Um post recente de um usuário do Facebook chamado Emmit Walker não só exemplifica como ainda hoje esse tipo de racismo existe em qualquer ambiente e classe, como também oferece uma perfeita e hilária resposta, uma forra que expõe a ignorância que o preconceito necessariamente revela sobre quem o pratica.

Walker estava pacientemente aguardando para embarcar em um aeroporto, nos EUA, na área reservada para passageiros da primeira classe, quando uma mulher se aproximou, lhe informando que ele estaria no lugar errado. A grande chave da questão já estava clara para Walker: ele é negro, e a mulher é branca. “Você está no lugar errado. Precisa nos deixar passar. Essa fila é para embarque prioritário”, ela disse.

Sem perder a serenidade e a paciência, Walker respondeu à mulher: “Por prioritário você quer dizer ‘primeira classe’, certo?”, ao que ela respondeu que sim, e lhe dizendo que ele seria chamado depois que ela embarcasse. Walker diz em seu post que a próxima resposta foi dada já mostrando sua passagem de primeira classe.

“Pode relaxar, madame. Estou no lugar certo, e como estou aqui há mais tempo, você vai embarcar depois de mim”, ele disse.

Não satisfeita, a mulher teria insistido, dizendo que ele deveria ser do exército ou algo assim para ter uma passagem como a dela. “Nós pagamos por nossos lugares, então ele deveria ter que esperar”, ela disse.

Ainda calmamente Walker então finalizou a conversa: “Não. Sou grande demais para estar no exército. Sou somente um negro que tem dinheiro”.

O post termina contado a reação justa e perfeita das pessoas ao redor, que ouviram a troca: todos que estavam na fila aguardando para embarcar o aplaudiram. Walker não perdeu a elegância nem na hora de postar a foto da “pessoa” que o tratou de forma racista: “Essa senhora é engraçada”, diz a postagem, que tem 677 mil likes e quase 250 mil compartilhamentos à altura dessa reportagem.

 

© fotos: Facebook /fonte:via