Este resort na floresta é o lugar para onde qualquer um adoraria fugir

Um resort ou um refúgio no meio da floresta? Este hotel promete ser as duas coisas ao mesmo tempo!

O Revugia ainda é apenas um projeto e suas instalações serão responsabilidade do estúdio de arquitetura alemão Lichtecht. O espaço promete ser perfeito para estadias relaxantes e em meio à natureza. Embora sua localização ainda não esteja confirmada, o resort deve ser situado na Alemanha – estão sendo realizadas negociações para a construção na Floresta da Baviera, na Floresta Negra e nas montanhas de Harz.

Lançado pela TIDEVAND Bau, o resort deve ter quatro estrelas e o término da construção está previsto para 2019. Segundo o site da construtora, o projeto deverá ter um sistema de uso de energia sustentável e uma experiência voltada à natureza e à saúde.

O uso de materiais simples, como madeira, vidro e pedra natural busca dar mais destaque ao entorno, enfatizando a floresta. Com um investimento de cerca de € 20 milhões de euros, o hotel deverá contar com aproximadamente 80 unidades – 30 delas distribuídas em meio à natureza.

Espia só mais algumas imagens do projeto:

 

Fotos: Lichtecht /fonte:via

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As fotos mais engraçadas da vida selvagem em 2017

Desde 2015, o Comedy Wildlife Photography Awards elege as fotografias de vida selvagem mais engraçadas do ano que passou e nesse ano não poderia ser diferente. O grande vencedor foi o húngaro Tibor Kércz, que levou o prêmio de Amazing Internet Portfolio por sua sequência “Socorro!”, retratando um trio de corujas – sendo que uma delas não parece ter muito equilíbrio.

, o fotógrafo passa algumas noites por ano acampado perto de uma árvore, esperando para capturar imagens das corujinhas e seus filhotes. Um final de tarde, porém, três dos pássaros voaram até um galho e, na hora do pouso, um deles não conseguiu se estabilizar e começou a cair.

“Então, eu comecei a clicar no momento certo”, contou o grande em entrevista ao portal. “É uma grande iniciativa e [nos dá a] chance para mostrar às pessoas o quão divertidas e amáveis essas criaturas são – como nós”.

O objetivo do prêmio, além de divertir e mostrar que não são apenas os animais domésticos que são propensos a palhaçadas, sejam elas intencionais ou não, é atrair atenção para a importância do cuidado com a vida selvagem. “Bem… agora você está obviamente indo para seu escritório, casa, bar, clube ou qualquer outro lugar para falar sobre a extrema necessidade de todos nós sermos conservacionistas do nosso próprio jeito”, brincam os fundadores da competição em seu site. O concurso é afiliado à instituição de conservação da vida selvagem Born Free Foundation.

Confira o restante das fotos abaixo:

 

Vencedora da categoria Em terra: “O ratinho sorridente”, de Andrea Zampatti.

Vencedora da categoria No Ar: “Velocidade do pato”, de John Threlfall.

Vencedora da categoria No Oceano: “Tapa”, de Troy Mayne.

As mais comentadas:

“Todos arrumados e prontos para a missa”, de Carl Henry.

“Encontros animais”, de Jean Jaques Alcalay.

“Fuga do macaco”, de Katy Laveck-Foster.

“Lontra-marinha torcedora”, de Penny Palmer.

“Pegando carona”, de Daisy Gilardini.

“O talento dos saltadores-do-lodo”, de Daniel Trim.

“Deve ter tropeçado”, de Douglas Croft.

“Pegos no ato”, de Bence Mate.

“O que é que há, velhinho?”, de Olivier Cole.

“Que p* é essa?”, de George Cathcart.

©Tina Stehr / The Comedy Wildlife Photography Awards 2017

©Paulette Struckman / The Comedy Wildlife Photography Awards 2017

©Miquel Angel Artus / The Comedy Wildlife Photography Awards 2017

©Linda Oliver / The Comedy Wildlife Photography Awards 2017

©Josef Friedhuber / The Comedy Wildlife Photography Awards 2017

©Eugene Kitsios / The Comedy Wildlife Photography Awards 2017

©Esa Ringbom / The Comedy Wildlife Photography Awards 2017

©Barb D’Arpino / The Comedy Wildlife Photography Awards 2017

fonte:via:[Gizmodo, Comedy Wildlife Awards]

Múmia de 3.500 anos é encontrada em um túmulo esquecido no Egito

Um túmulo egípcio descoberto na década de 1990 foi finalmente cuidadosamente escavado, revelando uma múmia enterrada com vários tesouros cerca de 3.500 anos atrás.

Na verdade, os arqueólogos analisaram dois túmulos na necrópole de Dra’ Abu el-Naga’ em Luxor, perto do Vale dos Reis. Somente um continha uma múmia.As tumbas datam da décima quinta dinastia (1549-1292 aC) e provavelmente pertenciam a importantes funcionários dos governos da época.

Kampp 161 e 150

Descobertos e numerados pela egipotologista alemã Friederike Kampp-Seyfried na década de 1990, Kampp 161 e Kampp 150 nunca tinham sido abertos. Agora, uma expedição oficial do Ministério das Antiguidades decidiu escavar os túmulos.

As tumbas não estão longe de outro lugar de repouso descoberto na mesma necrópole – o túmulo de Userhat, um juiz que viveu 3.000 anos atrás.

Período

Os bens e decorações das tumbas oferecem pistas sobre quando os corpos foram enterrados.

Kampp 161, com base nas pinturas da parede, gravuras e inscrições encontradas no seu interior, remonta ao final do reinado dos faraós Amenófis II e seu filho Tutmés IV, por volta de 1400 aC.

 

A arte retrata a cena de um homem dedicando flores e oferendas para o falecido e sua esposa, bem como uma cena que representa quatro filas de convidados. Os arqueólogos também encontraram máscaras funerárias, pernas de cadeira e partes de caixões.

Em Kampp 150, uma múmia envolvida em linho foi encontrada, bem como bens preciosos. Esse túmulo foi datado em torno do reinado do faraó Tutmés I por conta de um desenho do rei feito no teto de uma das câmaras do túmulo. O reinado começou em torno de 1506 aC, tornando esta sepultura cerca de um século mais antiga que o Kampp 161.

Quem foi a múmia?

Existem algumas pistas sobre quem poderia ter sido a múmia enterrada dentro de Kampp 150. O nome “Djehuty Mes” foi encontrado gravado em uma das paredes na entrada do túmulo.

Mas os nomes de um escriba chamado Maati e sua esposa Mehi também foram encontrados em 50 cones funerários – objetos misteriosos presentes em muitas tumbas egípcias – em uma das câmaras.

Em uma seção separada do túmulo, os arqueólogos também descobriram o lugar de descanso de uma mulher chamada Isis Nefret, possivelmente a mãe do dono da tumba. Isis Nefret foi enterrada com uma série de “ushabti” (um tipo de estatueta funerária egípcia) que a retratam na forma de Osíris.

A sepultura principal incluía 100 cones funerários, uma série de máscaras funerárias de madeira, uma coleção de 450 estátuas, uma pequena caixa em forma de caixão que provavelmente continha uma ushabti e vasos de argila.

Com base no que sabemos até agora e nos bens encontrados, é provável que a múmia fosse um alto funcionário na corte do faraó no momento de sua morte.

fonte;via:[ScienceAlert, MentalFloss]

A melancolia é a marca das fotos em preto e branco da cantora Patti Smith

Seja quando canta, quando escreve, quando compõe ou quando simplesmente fala, em tudo que a artista americana Patti Smith faz ela parece votar o olhar e a sensibilidade da poeta que essencialmente e antes de tudo ela é. E não seria diferente em seu trabalho fotográfico – em que certa nostalgia e um forte romantismo em preto e branco parecem servir como enfeites poéticos para a melancolia que marca suas fotos.

Sem reconhecer fronteiras entre as mais diversas formas de arte, Patti transita com pungência e força na literatura, na fotografia, nas ilustrações e, é claro, na música – e todo o encontro entre a agressividade punk e uma suave delicadeza parece significado em suas fotos, que também servem de tributo às mulheres que lhe inspiraram ao longo da vida, como Susan Sontag, Frida Kahlo, Virginia Wolf e a poeta Sylvia Plath – cujo túmulo aparece em uma das fotos.


Túmulo da poeta americana Sylvia Plath


Túmulo do escritor Albert Camus

 

© fotos: Patti Smith/fonte:via